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11 maiores investimentos de venture capital no ecossistema brasileiro de inovação no primeiro semestre de 2021

Volume aportado no período somou US$ 5,2 bilhões, um recorde desde a série histórica da Distrito

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DivulgaçãoPara o cofundador da Distrito, Gustavo Gierun, a primeira metade do ano marcou um grande amadurecimento do ecossistema brasileiro de inovação

O ecossistema brasileiro de inovação superou, mais uma vez, os recordes estabelecidos em captação na modalidade de venture capital. No primeiro semestre deste ano, as startups do país receberam mais de US$ 5,2 bilhões em aportes, um crescimento de 45% no volume financeiro na comparação com o mesmo período do ano passado. Ao todo, foram 339 rodadas de investimentos entre janeiro e junho de 2021, uma alta de 35% no número de operações do tipo sobre 2020. Os dados são do relatório “Inside Venture Capital”, divulgado hoje (7), pela organização de inovação aberta Distrito.

Além do montante captado nos primeiros seis meses do ano ser o maior para um semestre, o volume do mês passado também quebrou barreiras. Apenas em junho de 2021, as startups do país captaram US$ 2 bilhões em mais de 63 rodadas, o melhor resultado mensal registrado na série histórica da Distrito. O valor reportado foi puxado, principalmente, por novos investimentos em pelo menos três unicórnios brasileiros: Ebanx (US$ 430 milhões), Gympass (US$ 220 milhões) e Nubank (US$ 500 milhões).

VEJA TAMBÉM: Ecossistema de inovação capta US$ 2,35 bilhões no primeiro quadrimestre e bate recorde

As rodadas de investimento do último mês consolidaram as fintechs – startups que oferecem serviços financeiros – como os principais alvos dos fundos nacionais e internacionais no primeiro semestre deste ano. Essas empresas receberam US$ 2,4 bilhões entre janeiro e junho de 2021, aproximadamente 46% do volume total aplicado no ecossistema. As proptechs, do setor imobiliário, aparecem em segundo lugar, com US$ 824,4 milhões em aportes, seguidas das retailtechs, do varejo e e-commerce, com US$ 416,2 milhões, das HRtechs, de recursos humanos, com US$ 231,8 milhões, e  das supplytechs, de gestão de cadeia de suprimentos, com US$ 223,9 milhões.

Saiba mais sobre esse aporte aqui

Para o cofundador da Distrito, Gustavo Gierun, a primeira metade do ano marcou um grande amadurecimento do ecossistema brasileiro de inovação, que tem atraído cada vez mais investidores internacionais e visto a frequência das chamadas “megarrodadas” – aportes de mais de US$ 100 milhões – aumentar. “Nós entendemos esse movimento como parte de um amadurecimento natural do ecossistema brasileiro de startups e o reconhecimento do bom trabalho que os empreendedores estão fazendo”, diz. “Os fundos certamente não realizariam tantos aportes se as empresas não estivessem com bons indicadores de crescimento.”

De acordo com os dados divulgados hoje, foram 11 megarrodadas realizadas no país até o final de junho. Veja, na galeria de fotos a seguir, quais foram elas:

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