O Mundo dos Unicórnios: iFood

Foodtech fundada em 2011 soma 270 mil restaurantes e 60 milhões de pedidos mensais

Redação
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Oscar Wong/Getty Images
Oscar Wong/Getty Images

O iFood conecta restaurantes a clientes e entregadores por meio de um aplicativo mobile

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Referência em delivery de comida na América Latina, o iFood nasceu para revolucionar o universo da alimentação por uma vida mais prática e prazerosa. Fundada em 2011 pelos sócios Patrick Sigrist, Eduardo Baer, Guilherme Bonifácio e Felipe Fioravante, a foodtech começou fora do mundo digital, como um guia impresso de cardápios e uma central telefônica para onde o cliente ligava e fazia o seu pedido. Hoje, ela opera no Brasil e na Colômbia por meio de um aplicativo mobile, que conecta restaurantes a clientes e entregadores.

Em dois anos, a startup já realizava quase 200 mil pedidos por mês. Não demorou muito para que os números chamassem a atenção da Movile, companhia que investe e desenvolve negócios de tecnologia e pessoas. Em 2013, a empresa investiu US$ 2,5 milhões na plataforma de entregas. No ano seguinte, comprou parte das ações do iFood e tornou-se sua acionista majoritária, sem divulgar o valor da aquisição.

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O ano de 2018 também foi marcado por grandes conquistas: a foodtech levantou US$ 500 milhões da Movile, Naspers e Innova Capital para aprimorar suas tecnologias de inteligência artificial e otimizar a logística das entregas. Embora o valor de mercado exato não tenha sido divulgado, o aporte veio acompanhado da notícia de que o iFood já valia mais US$ 1 bilhão, garantindo-lhe o status de unicórnio.

Para impulsionar o crescimento e melhorar a experiência dos clientes, a startup tem investido em uma série de aquisições. No ano passado, a foodtech comprou a plataforma de e-commerce SiteMercado, com o objetivo de acelerar a expansão na categoria de mercados e mercearias. Outra aquisição foi a da empresa de gestão e automação para restaurantes eComanda, para otimizar as operações dos estabelecimentos parceiros.

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De olho nas pautas de sustentabilidade e impacto ambiental, a startup anunciou, em julho deste ano, que todas as entregas do aplicativo serão compensadas em CO2, por meio de investimentos em projetos de preservação ambiental da Floresta Amazônica. Segundo a companhia, a decisão visa neutralizar os impactos causados pelas emissões de poluentes nas operações do delivery no país.

Veja, no infográfico abaixo, quatro coisas que você precisa saber sobre o iFood:

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