Quanto custa o seguro dos carros mais roubados em São Paulo

Getty Images

Levantamento da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo revelou que, neste ano, mais de 14 mil veículos foram roubados na capital, e 30 mil em todo o Estado, até agosto. Essa realidade impacta diretamente o valor do seguro dos automóveis, principalmente, daqueles que são o alvo preferido dos bandidos e que acabam experimentado altas variações entre as companhias que oferecem a modalidade. A Compara, que se identifica como um shopping de seguros e produtos financeiros, destrinchou o preço e a variação na contratação do serviço dos 10 automóveis mais roubados na capital paulista. Para se ter uma ideia, o Fiat Toro, que ocupa a 10ª posição no ranking, registra uma variação de até 309%. O Chevrolet Onix, no topo da lista, mostrou diferenças de valores de até 165%.

Paulo Marchetti, CEO da Compara, explica que alguns veículos são mais visados pelos criminosos pela grande quantidade existente nas ruas, o que acaba se transformando em um foco para o mercado negro. “Um dos motivos para o encarecimento do seguro é quando há dificuldade na reposição de peças, em caso de sinistros ou também quando há procura no mercado ilegal. Além disso, algumas seguradoras têm mais facilidade em trabalhar com os equipamentos de reposição de determinadas montadoras, por exemplo, as fábricas japonesas”, explica Marchetti.

Arte Forbes
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Plataforma centraliza informações agrícolas

Segundo o Registro Nacional de Cultivares, o mercado brasileiro ganha mais de 150 variedades cultivadas de soja e 350 de milho todos os anos. Isso faz com que o processo de decisão dos agricultores se torne cada vez mais complicado, com baixos índices de acerto. Com foco nisso, o Grupo Atto anunciou o PlantUP, uma plataforma digital colaborativa de compartilhamento de informações agrícolas, como indicadores de desempenho e comparativos de produtividade. Atualmente, são 5,5 milhões de hectares de soja cadastrados. A ferramenta também começa a registrar informações sobre o plantio de algodão e milho.

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Pequenos empreendedores revelam suas principais dificuldades no Brasil atual

Um recente estudo do Sebrae com mais de 10 mil pequenos empreendedores de todo o país revelou que a principal dificuldade no cenário atual é a conquista de clientes. Para 24% dos entrevistados, captar compradores e vender mais é um dos maiores entraves para quem decide abrir o próprio negócio e também uma das razões para o encerramento das atividades. Outros 17% apontaram a carga tributária como obstáculo. Ela foi motivo de atraso no pagamento de algum tipo de imposto de 31% dos proprietários de microempresas e empresas de pequeno porte. Desse universo, 43% ainda não conseguiram regularizar o pagamento dos tributos. Entre outras dificuldades identificadas pela pesquisa, apareceram a mão de obra, inadimplência, problemas para conseguir crédito e controlar ou gerenciar o dinheiro da empresa.

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Óculos na rede

A rede de óticas GrandVision by Fototica acaba de lançar, globalmente, seu e-commerce. Aqui no Brasil, o serviço estará disponível, inicialmente, para óculos de sol e lentes de contato, em todos os Estados. Os modelos de receituário completo (armação e lente) serão oferecidos em uma segunda fase. “Esta é uma oportunidade para entrarmos em um mercado que ainda não exploramos. Não vamos, no entanto, diminuir o investimento em franquias, que é o carro chefe do nosso modelo de negócio”, explica Ana Paula Farias, gerente de marketing da companhia no Brasil.

 

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