O Grupo Care Plus, referência em saúde premium e reconhecido por suas soluções integradas em Medicina, Odontologia, Saúde Ocupacional e Prevenção (vacinas), está vivendo uma transformação profunda. Guiada por tecnologia e inteligência de dados, a empresa evolui de um modelo historicamente hospitalocêntrico para uma abordagem centrada no paciente — ampliando modalidades de acesso e redesenhando toda a jornada de cuidado.
Ricardo Salem, diretor da Saúde do grupo Care Plus, detalhou essa mudança, os desafios e as oportunidades do setor no episódio mais recente do ForbesCast. Segundo ele, “o mercado passa por uma evolução estrutural na maneira de oferecer saúde, cuja visão tradicional era concentrada no hospital e no médico e hoje passa a ser onde, quando e como a pessoa desejar”.
Salem ressalta ainda que a ideia não é substituir profissionais e centros de saúde, mas trazer o paciente ao protagonismo de sua jornada de cuidados, oferecendo ferramentas e recursos que possibilitem sua autonomia. Um exemplo disso é a telemedicina, que embora não seja novidade, ganhou escala e relevância durante a pandemia, impulsionando a ampliação de protocolos, a orientação remota e a introdução de novos benefícios digitais. Esse movimento confirmou o papel da tecnologia como um suporte crucial para a eficiência e o cuidado assistencial.
Beneficiários do grupo Care Plus sabem bem disso, já que desde 2024 contam com Blua, uma plataforma de saúde digital exclusiva e disponível direto no aplicativo, que os conecta a serviços como teste de bem-estar, telepsicologia, telepsiquiatria, programas de prevenção, agendamento de coleta de exames e de consultas presenciais e/ou virtuais, e muito mais.
A utilização responsável e estruturada de informações e dados é o que pavimenta o caminho para modelos de cuidado mais sofisticados. “A medicina do futuro será preditiva, preventiva, participativa e personalizada”, projeta Salem, que destaca ainda o avanço do setor em temas como precisão e genética, além do uso combinado de dados clínicos e comportamentais para antecipar riscos e mitigar agravamentos.
O intercâmbio de experiências globais também se revela uma vantagem competitiva. Embora os desafios de saúde sejam semelhantes em diferentes países, as soluções variam de acordo com fatores culturais e da adoção de novas práticas. Para o executivo, ao aprender com mercados que testaram novos modelos, é possível crescer na interface e na coordenação do cuidado, bem como na integração de informações.
Estas transformações, no entanto, só fazem sentido com o engajamento dos beneficiários. Para isso, é crucial que as empresas comuniquem, empoderem e facilitem o uso dos recursos disponíveis, priorizando uma direção clara: dados devem ser vistos como oportunidades de ação para centralizar o paciente, construir jornadas integradas e aumentar valor agregado em toda a cadeia.
Assista ao episódio completo no canal da Forbes Brasil no YouTube e entenda mais sobre as oportunidades e desafios do futuro da saúde.
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