Num mercado de beleza impulsionado por consumidores mais informados, novas dinâmicas de distribuição e a consolidação de marcas nacionais, o skincare acessível deixou de ser nicho para se tornar vetor estratégico. O setor, que cresce apoiado em ciência aplicada, inovação de formulações e experiências omnichannel, abre espaço para empresas capazes de entregar performance com escala — um movimento que redefine padrões e pressiona players a revisitar seus modelos de negócios. É nesse contexto que a Creamy, parte da Skelt Beauty Brands, estrutura uma das rotas de expansão mais ambiciosas do segmento até 2026.
Nascida da observação clínica do dermatologista Luiz Romancini — que identificou a ausência de ativos eficazes a preços compatíveis com a realidade de grande parte de seus pacientes — a marca surgiu para preencher um vácuo entre necessidade dermatológica e acesso. A parceria com Gabriel Beleze, então CEO da Skelt Cosmetics, transformou esse incômodo em tese de valor: democratizar o skincare de alta performance. O movimento ganhou escala quando Henrique Beleze, hoje líder da expansão dentro da holding Skelt Beauty Brands, incorporou uma visão estruturada de crescimento, governança e longo prazo.
Agora, com um mercado mais competitivo e um consumidor mais exigente, a Creamy entra em um momento decisivo. A empresa projeta para 2026 um crescimento de 55% na receita e uma estratégia sustentada em três pilares centrais.
Capilaridade nacional como motor de presença
A marca prepara-se para dobrar o número de pontos de venda em farmácias e perfumarias, avançando em regiões que se consolidam como polos de consumo de beleza. A transição do digital para uma escala física robusta reflete o amadurecimento do setor: visibilidade deixa de ser suficiente; presença passa a ser determinante.
Lojas próprias como hubs de experiência e educação
Com previsão de expandir em 70% suas unidades físicas, a Creamy aposta em espaços que funcionam como ambientes de acolhimento, construção de confiança e transferência de conhecimento. Para Henrique Beleze, essas lojas têm papel estratégico na consolidação da marca. “As lojas próprias materializam nosso posicionamento. É onde o consumidor vive a marca, gera confiança e cria vínculo. Essa troca direta fortalece nossa proposta de valor e impulsiona crescimento”, afirma.
Portfólio ampliado e inovação sob controle
Com 25 produtos atuais, a Creamy se prepara para entrar em novas categorias, acompanhando tendências de prevenção, autocuidado e rotinas de alta performance. A fábrica própria em Vinhedo — integrada ao fluxo de desenvolvimento — permite acelerar lançamentos e manter controle total sobre qualidade, escala e velocidade de resposta.
Esses movimentos refletem um consumidor que busca resultados reais, propósito autêntico e clareza científica. Para Henrique Beleze, o desafio não está apenas no crescimento, mas na preservação da identidade que originou a marca: “Nosso objetivo é alcançar mais pessoas sem perder aquilo que nos tornou relevantes”.
À medida que a Creamy avança para 2026, sua trajetória indica mais do que expansão comercial. Representa a transição para um ciclo de maturidade, no qual estratégia, sensibilidade e inovação se tornam vetores complementares. O projeto que nasceu de uma dor recorrente no consultório agora se conecta a um horizonte nacional — um movimento guiado pela combinação de ciência acessível, visão de longo prazo e coragem para repensar padrões no mercado brasileiro de skincare.
*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores.
*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores.
