Implementar uma política eficiente de ESG não precisa ser tão difícil quanto parece

O Brasil já conta com empresas especializadas capazes de conduzir o processo de ponta a ponta.

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Os princípios do ESG trazem benefícios que vão da reputação e do aumento do valor da empresa no mercado à criação de oportunidades de desenvolvimento de novos negócios

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A sigla ESG – ambiental, social e governança, do inglês – surgiu no começo do milênio como uma proposta para estruturar e acompanhar informações sobre o que as empresas estão fazendo nessas áreas e, assim, qualificar os investimentos feitos nelas, principalmente naquelas de capital aberto. O termo foi cunhado pela primeira vez no documento Who Cares Wins, do Pacto Global da ONU (Organização das Nações Unidas), específico para o mercado financeiro.

Desde então, o conceito vem ganhando força e é pauta de toda e qualquer conversa que envolva o futuro dos negócios. Líderes do mundo todo parecem ter entendido que estes princípios trazem benefícios que vão da reputação e do aumento do valor da empresa no mercado à criação de oportunidades de desenvolvimento de novos negócios e capacidade de atrair e reter talentos. Uma pesquisa divulgada em fevereiro deste ano pelo IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa) comprovou o que todo mundo já suspeitava: a pandemia acelerou a discussão, uma vez que escancarou o impacto que práticas não sustentáveis podem provocar no curto prazo. De acordo com um levantamento feito pelo GNDI (Global Network of Directors Institutes), do qual o IBGC faz parte, 85% dos respondentes brasileiros acreditam que, no longo prazo, teremos maior foco em questões ESG, de sustentabilidade e de geração de valor para partes interessadas.

Entre a teoria e a prática, no entanto, há uma grande distância. Os desafios para a implementação eficiente de uma política de ESG passam por iniciativas que vão de uma visão clara sobre as demandas e expectativas dos diversos públicos com os quais as empresas se relacionam até como tratar os indicadores decorrentes dessa nova postura e forma de fazer negócios. Além, é claro, da parte prática dessa estratégia, formada por programas estruturados para proteção do meio ambiente, da sociedade e de condução transparente da empresa.

As companhias, no entanto, não precisam fazer isso sozinhas. O Brasil já conta com empresas altamente especializadas em implementações do tipo, que seguem as melhores práticas internacionais e atendem aos mais variados segmentos. A Ambipar, multinacional brasileira especializada em gestão ambiental com presença em 16 países da América do Sul, Europa, África, América do Norte e Antártida, traz em seu portfólio serviços capazes de apoiar na performance no escopo de uma política de ESG de ponta a ponta.

“As soluções propostas têm como base sempre a inovação e tecnologia que poderá ser aplicada, levando em conta o alinhamento das necessidades do cliente dentro da realidade de cada negócio”, explica Onara Lima, diretora de sustentabilidade da Ambipar, que atende mais de 20 segmentos econômicos.

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CARTEIRA DE SERVIÇOS

No que diz respeito à gestão ambiental, a Ambipar oferece soluções que vão do mapeamento dos requisitos legais aplicáveis ao negócio, através de softwares de gestão ambiental que utilizam inteligência artificial, até a implantação de soluções de compliance, como a gestão e valorização de resíduos, que, ao aplicar os conceitos da economia circular, permite mensurar os ganhos ambientais e a vantagem competitiva que essa prática traz para as empresas, assim como a gestão da cadeia de valor, garantindo qualidade, rastreabilidade e transparência nos processos. “A prática efetiva do ESG deve trazer materialidade das ações relacionadas à sustentabilidade, aplicando continuamente a agenda de forma evolutiva e estratégica na companhia”, diz Onara.

Já para atingir os demais propósitos, as soluções vão de prevenção de acidentes treinamentos a resposta a emergências, trabalhando sempre na mitigação de eventuais riscos socioambientais. “As organizações que enveredam por essa jornada passam a realizar ações voltadas para o capitalismo consciente, gerando valor compartilhado, onde é necessário garantir melhores condições de trabalho, um ambiente de respeito e ética, praticando a inclusão e diversidade, assim como o olhar para a questão da desigualdade social. Já na área da governança corporativa, elas buscam o compliance e a transparência para garantir processos justos que atendam à legislação”, explica a especialista, revelando que a Ambipar trabalha com tecnologias, como a inteligência artificial, que interpretam as legislações de cada tipo de serviço realizado e ajudam a gerir fornecedores, tarefa essencial para a mitigação de riscos.

“Praticar os três pilares da sustentabilidade é uma tarefa árdua para as empresas, mas que traz vantagem competitiva, melhora de reputação, maior lucratividade e, consequentemente, aumento dos investimentos e do valor no mercado.”

*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores e não reflete, necessariamente, a opinião da FORBES Brasil e de seus editores

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