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Forbes Saúde

A Pele Também Passa Pela Menopausa

O que a queda hormonal faz com a pele, e o que a medicina estética pode oferecer.

3 min

Trinta milhões de mulheres brasileiras atravessam o climatério e a menopausa¹, segundo o IBGE – e a maioria enfrenta esse processo sem informação adequada sobre o que acontece com o próprio corpo. Dados da revista científica Climacteric mostram que 73,1% relatam sintomas na transição e 78% continuam sentindo seus efeitos no período pós-menopausa. Ainda assim, apenas 52% buscam tratamento.

Entre as mudanças menos discutidas está o impacto direto na pele. Com a queda dos estrogênios, a estrutura cutânea se altera de forma mensurável: pesquisa publicada no Journal of Cosmetic Dermatology, conduzida pela dermatologista Dra. Bianca Viscomi (CRM SP/116663), speaker da Merz Aesthetics®, aponta que o colágeno diminui a uma taxa média de 2,1% ao ano nos primeiros 15 anos após a menopausa. A espessura cai 1,13% anualmente e a elasticidade recua 1,5% ao ano². Para 50% das mulheres, esse conjunto de mudanças afeta negativamente a forma como elas se enxergam. E 47% nunca receberam qualquer orientação sobre esses efeitos – o que significa que enfrentam transformações profundas sem saber que têm explicação e, mais importante, que têm solução.

A medicina estética avançou justamente nessa direção: não para apagar marcas do tempo, mas para oferecer recursos que acompanhem as transformações do organismo com base científica. Os bioestimuladores regenerativos de colágeno são um exemplo. A hidroxiapatita de cálcio presente no Radiesse® age estimulando fibroblastos a produzirem colágeno e elastina de forma natural, além de contribuir para a hidratação via síntese de proteoglicanos³. A abordagem é regenerativa: em vez de apenas preencher, ativa os mecanismos internos do próprio organismo para restabelecer firmeza⁴. “Diferentemente de técnicas que apenas preenchem, Radiesse® atua estimulando a produção natural do organismo³, minimizando a flacidez decorrente da queda hormonal”, explica a Dra. Bianca Viscomi. O resultado é uma pele mais firme⁴ e luminosa – e, com ela, uma relação mais equilibrada com a própria imagem.

“A menopausa é um momento que convida ao autocuidado, ao olhar mais atento para as próprias necessidades e à liberdade de se priorizar sem culpa”, afirma Giovana Pacini, country manager da Merz Aesthetics® Brasil. Cuidar-se nessa fase não é vaidade. É acesso à informação – e ao que ela pode transformar.

REFERÊNCIAS:

  1. GONÇALVES, BÁRBARA. MULHERES NA MENOPAUSA: INVISIBILIDADE DEIXA TRATAMENTO FORA DA AGENDA PÚBLICA. BRASÍLIA, DF: SENADO NOTÍCIAS, 22 NOV. 2024. DISPONÍVEL EM: SENADO NOTÍCIAS. ACESSO EM: 8 MAIO 2026;
  2. VISCOMI, BIANCA; MUNIZ, MARIANA; SATTLER, SONJA. MANAGING MENOPAUSAL SKIN CHANGES: A NARRATIVE REVIEW OF SKIN QUALITY CHANGES, THEIR AESTHETIC IMPACT, AND THE ACTUAL ROLE OF HORMONE REPLACEMENT THERAPY IN IMPROVEMENT. JOURNAL OF COSMETIC DERMATOLOGY.
  3. AGUILERA SB ET AL. AESTHET SURG J. 2023 SEP 14;43(10):1063-1090.
  4. YUTSKOVSKAYA YA ET AL. J DRUGS DERMATOL. 2017 JAN 1;16(1):68-74.

*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores.

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