Gustavo Montezano será presidente do BNDES

<a href=”https://forbes.uol.com.br/wp-content/uploads/2019/06/negocios-bndes-reuters-18062019.jpg”><img src=”https://forbes.uol.com.br/wp-content/uploads/2019/06/negocios-bndes-reuters-18062019.jpg” alt=”Sergio Moraes/Reuters” width=”2000″ height=”1333″ class=”size-full wp-image-308761″ /></a> Ele é atual secretário-adjunto de Desestatização do Ministério da Economia

O atual secretário-adjunto de Desestatização do Ministério da Economia, <strong>Gustavo Henrique Moreira Montezano</strong>, será o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (<strong>BNDES</strong>), informou o Ministério da Economia em nota. “O Ministério da Economia informa o encaminhamento para a deliberação do Conselho de Administração do BNDES do nome de Gustavo Montezano, atual secretário-adjunto da Secretaria de Desestatização e Desinvestimento, para presidir a instituição”, afirmou a nota.

<strong>LEIA MAIS: <a href=”https://forbes.uol.com.br/last/2019/05/bndes-tem-lucro-de-r-11-bilhoes-no-1o-tri/”>BNDES tem lucro de R$ 11 bilhões no 1º tri</a></strong>
Antes, a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), publicou no Twitter que Montezano seria o novo chefe do banco estatal.

Montezano foi o sócio-diretor do <strong>BTG Pactual</strong> responsável pela divisão de crédito corporativo e estruturados, baseado em São Paulo. Ele iniciou a carreira como analista de private equity no Opportunity, no Rio de Janeiro, e é mestre em Economia pela Faculdade de Economia e Finanças (IBMEC-RJ) e graduado em Engenharia pelo Instituto Militar de Engenharia (IME-RJ).

A escolha de Montezano veio depois de um imbróglio que marcou o fim de semana, quando Joaquim Levy — então presidente do BNDES — pediu para deixar a presidência da instituição, após o presidente Jair Bolsonaro ameaçar publicamente demiti-lo se ele não afastasse um executivo do banco de fomento.

A relação de Levy com o Planalto vinha desgastada há algum tempo e, dentre os motivos, estão temas como a devolução de recursos ao Tesouro Nacional e a abertura de informações do banco com detalhes sobre financiamentos do passado.

No comunicado, o Ministério da Economia agradeceu a Joaquim Levy pela dedicação à frente do BNDES.

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