Sobre Marcos Oliveira Jr., Augusto Pinheiro e Vinícius Akio
Os três amigos e sócios gostam de tecnologia. São empreendedores. E impacientes. Oliveira estava no quarto ano de engenharia na Poli/USP, mas largou o curso. “Eu queria aprender mais rápido do que a faculdade ensinava”, diz. Pinheiro, autodidata em programação, desenvolvia jogos para redes sociais, mas sabia que essa janela de mercado se fecharia logo. E Akio pensava igual. “Concluímos que a revolução dos bancos digitais poderia acontecer nas telecomunicações”, diz Oliveira. Montaram a Fluke, que compra espaço ocioso das bandas de voz e dados das operadoras tradicionais e oferece um serviço mais ágil e barato. “No começo atendemos empresas que precisavam de uma linha ou duas”, afirma. “Atualmente, nosso maior contrato oferece 60 mil linhas.” A Fluke deve faturar R$ 30 milhões em 2025.