Sobre Bruno Rohlfs
Vindo de Belo Horizonte, Rohlfs chegou a São Paulo em 2018 para estudar economia no Insper. Conheceu a colega Júlia e começaram a namorar. Ambos foram trabalhar no mercado financeiro. Dedicado, ele passou cerca de dois anos e meio em jornadas que iam até as 4 horas da manhã, com baladas nos intervalos. Para aguentar o tranco, tomava 10 xícaras de café por dia, que lhe causaram ansiedade e refluxo gástrico. Júlia então apresentou-lhe uma bebida japonesa, o matcha. Elaborado com folhas de chá verde, o matcha é rico em cafeína e supostamente mais saudável que o café. A disposição de Rohlfs melhorou… e ele viu uma oportunidade de negócio. Criou a Push Matcha, que em 2025 dobrou de faturamento para R$ 6,5 milhões, com investidores como Georgios Frangulis, da Oakberry, e Júlia, sua ex-namorada – eles se casaram recentemente.