Sobre João Marcos Pereira Rios
Mineiro de Guaxupé, João Marcos seguiu a profissão do pai veterinário, mas fazia alguns negócios entre os estudos. Comprou café para revender e trabalhou por dois anos em uma fazenda em Dakota do Norte. De volta ao Brasil, usou os R$ 250 mil conquistados nos EUA para investir na clínica veterinária de um amigo. “Percebi que havia pouca concorrência nos serviços e o mercado estava aberto para procedimentos de alta complexidade.” O negócio ganhou tração em 2020 com o aumento de adoções em função da pandemia. A VFP se fundiu com a concorrente +Pet em meados de 2025, emprega cerca de 600 pessoas e tem previsão de faturamento de R$ 60 milhões. São 15 unidades, sendo 10 em operação e cinco construídas. Rios diz estar comprando mais três, em geral longe dos grandes centros. “Há 10 anos não havia ambulância para pets e não se falava em UTI”, diz ele. “Há muito mercado.”