Mais de 1,5 bilhão de smartphones serão vendidos em 2022

Levantamento da plataforma Cuponation mostra que o mercado de devices móveis deve crescer 3% em comparação ao ano passado.

Luiz Gustavo Pacete
Compartilhe esta publicação:
SOPA Images/Getty Images
SOPA Images/Getty Images

Em 2022, a Apple se prepara para um grande lançamento: o iPhone 14, que deve trazer mudanças significativas operacionais e de design (Crédito: Getty Images)

Acessibilidade


Com os hábitos de consumo migrando cada vez mais para a palma da mão, o mercado de smartphones segue aquecido. Quando a Statista começou a mapear o volume de equipamentos vendidos, em 2009, o número chegava a 173 milhões por ano em todo o mundo. No ano passado, foram comercializados 1.380 bilhões, mesmo com uma queda brusca em 2020 devido à pandemia.

Para 2022, de acordo com estimativas da Cuponation, plataforma de descontos online, a média de compras será de 1.430 bilhões de unidades – um crescimento de 3,62% comparado com 2021. De acordo com a Strategy Analytics, no ano passado pelo menos 50% da população mundial já possuía um aparelho móvel, o que reforça o dado do aumento, e que cada vez mais pessoas estão adeptas do smartphone e deixando o desktop de lado.

Ademais, mesmo com a lenta recuperação econômica desde o início da pandemia do coronavírus, a estimativa de compra por brasileiros é grande. No último ano, o Brasil já se encontrava entre os cinco países com maior número de smartphones, segundo uma pesquisa da consultoria Newzoo. A esperança dos comércios é que esse dado mude para melhor.

Aumento da conectividade mobile

O Brasil aumentou em 6%, no ano de 2021, a quantidade de horas que as pessoas consomem conteúdo digital via smartphones e tablets. No total, os brasileiros passam 91% do tempo conectados de forma mobile. Os dados compõem um estudo global divulgado nesta semana pela Comscore. No quesito conectividade mobile, o país fica atrás apenas da Indonésia (97%) e da Índia (91%).

Em relação ao crescimento de audiência digital, o país apresentou aumento de 4%, assim como a Colômbia. Esse crescimento é inferior ao de países como Peru (10%) e Argentina (5%), mas superior ao de outros mercados importantes como Chile (3%) e México (1%). Segundo o mesmo relatório da Comscore, a região é a segunda com maior número de minutos médios por visitante mensal em navegação na internet (988), perdendo somente para os mercados europeu e asiático.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.
Compartilhe esta publicação: