Dólar opera estável ante real
Sessão é marcada por volatilidade após cortes de juros no Brasil e EUA
Sessão é marcada por volatilidade após cortes de juros no Brasil e EUA
Banco Central reduziu a taxa a 5%, em meio a fraqueza na economia e baixa inflação
Moeda encerra a R$ 3,98 e atinge o menor valor para um fechamento desde 13 de agosto
Principal índice da bolsa paulista subiu após anúncio de corte na taxa de juros pelo Fed
Mercado aguarda com expectativa possível de corte de juros
Mercado aguarda decisões de política monetária amanhã (30)
Índice chegou a superar os 108 mil pontos durante a sessão, mas encerrou a 107.363,77
Declínio de commodities e comentários de Trump influenciaram índice
Moeda terminou a R$ 4,17, maior nível de fechamento desde o início de setembro
Índice da bolsa subiu 0,46%, alcançando 104.817,40 pontos
Índice tocou os 106 mil pontos no começo da sessão, mas fechou a 104.339,16
Moeda operava nas máximas em duas semanas ante o real
Entidade sinaliza afrouxamento adiante
Investidores estão atentos à decisão de juros pelo BC
Moeda norte-americana teve alta de 0,61% e fechou a R$ 4,10
Decisões de política monetária dos Estados Unidos e Brasil sairão hoje (18)
Moeda teve queda de 0,31%, a R$ 4,078 na venda
Índice subiu 0,17%, a 103.680,41 pontos, no fim de sessão volátil
Moeda teve alta de 0,06% e terminou o dia a R$ 4,09
Dia é marcado por cautela nos mercados externos
Reuniões no Brasil e nos Estados Unidos ocorrerão na próxima semana
Moeda fecha a R$ 4,0599 com menor aversão ao risco no exterior e disputa comercial no radar
Otimismo comercial e estímulos do BCE influenciam moeda
Guerra comercial China-EUA e reunião de política monetária na zona do euro estão no radar
Segundo Copom, economia deve ter 'alguma aceleração' nos meses seguintes
Moeda norte-americana fechou em alta de 0,79%, a R$ 3,84
Sinalização menos "dovish" que o esperado do Federal Reserve levou ao aumento
Copom indicou que há chance de novos cortes
Pregão se encerrou em 101.812,13 pontos, queda de 1,09%
Mercado aguarda posição dos bancos centrais do Brasil e Estados Unidos
Retomada das negociações comerciais entre EUA e China também influencia cautela