Pré-mercado: BC Divulga Ata do Copom com Foco na Desaceleração da Economia
Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta terça-feira, 22 de setembro
Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta terça-feira, 22 de setembro
Copom corta Selic e Fed sobe juros na Super Quarta. Entenda por que os bancos centrais divergem e o que muda para investir
Banco Central reduz os juros pela quinta vez consecutiva no mesmo dia em que os Estados Unidos elevaram as taxas
Índice recuou 0,59% após o banco central americano elevar a taxa em 0,25 ponto percentual e abrir a porta para nova alta em 2026; Dólar fecha estável, cotado a R$ 5,15
O IBC-Br recuou mais que o esperado pelo mercado e acumulou retração de 0,3% no trimestre, com indústria e agropecuária puxando a queda. Resultado reforça sinais de desaceleração antes da decisão do Copom
O Copom deve cortar a Selic em 0,25 ponto percentual, para 13,75%. O desafio será indicar se o ciclo continua: inflação, fiscal, petróleo, eleições e Fed pesam sobre os próximos passos
Contratos negociados na B3 indicam expectativa concentrada em novo corte de 0,25 ponto percentual na reunião do Copom de setembro
Levantamento com 170 fundos mostra que os melhores produtos superaram o CDI em quase 3 pontos percentuais, mas diferença entre os líderes é pequena e seleção exige olhar além da rentabilidade
Pesquisa indica que a Selic deve encerrar o ano em 13,75%
A Selic cai para 14% com tom cauteloso do BC. Veja o que muda para o investidor e como ajustar sua estratégia agora
Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quinta-feira, 6 de agosto
A expectativa do mercado agora se volta para setembro, quando novos dados de inflação e atividade deverão definir o ritmo do ciclo de flexibilização monetária
Decisão do Copom foi sustentada por inflação mais fraca e perda de ritmo da economia, mas BC afirma que o ciclo de cortes dependerá dos próximos indicadores
Mercados acompanham expectativa de corte da Selic pelo Copom e divulgação do relatório ADP nos Estados Unidos; petróleo Brent volta a subir e se aproxima de US$ 80
A previsão de corte de 0,25 ponto percentual na reunião do BC desta semana segue mantida
No Brasil, outro ponto de atenção é o RPM, que atualiza as projeções de inflação, de atividade econômica e a trajetória dos juros
O documento mostra que a maior parte do mercado esperava que a autarquia cortasse a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual na reunião da semana passada do Copom
Ata do Copom indica que corte da Selic foi uma decisão cautelosa diante da desaceleração econômica, mas riscos inflacionários ainda limitam novos cortes
O levantamento também apontou deterioração na expectativa para a inflação neste ano pela 15ª vez seguida
O dólar saltou mais de 1% e rompeu o patamar dos R$ 5,15
Para quem quer tranquilidade, o foco em investimento de prazos mais curtos e liquidez faz sentido nesse momento
Analistas destacam piora das projeções de inflação, aumento dos riscos altistas e um comunicado que elevou a exigência para novas quedas dos juros
Banco Central reduz a taxa básica em 0,25 ponto percentual, destaca aceleração da atividade econômica e vê expectativas de inflação ainda acima da meta
Com taxa real de 10,09%, país lidera ranking internacional e segue no topo mesmo nos cenários de redução dos juros simulados pelo estudo
Para Cassiana Fernandez, o Brasil tem fatores estruturais que sustentam uma visão positiva de longo prazo, mas enfrenta desequilíbrios que limitam uma queda mais acelerada da Selic
As decisões monetárias já parecem definidas dos dois lados. A dúvida que move os mercados agora é até onde bancos centrais estão dispostos a ir no combate à inflação
Expectativa para inflação em 2026 chega a 5,3%
De um lado, o BC enfrenta a desaceleração da atividade, reflexo dos efeitos defasados dos juros elevados; de outro, choques externos deterioram as expectativas
Notícias e indicadores que podem influenciar os preços dos ativos nesta quinta-feira, 30 de abril
Inflação pior e risco externo maior indicam que ciclo de cortes pode perder fôlego antes do esperado
A decisão marca a continuidade do ciclo de flexibilização iniciado em março