Quiet Cracking: Como Fenômeno Silencioso Prejudica a Produtividade e o Engajamento
Mesmo insatisfeitos, profissionais permanecem em seus empregos por depender do salário ou pela falta de alternativas mais vantajosas
Mesmo insatisfeitos, profissionais permanecem em seus empregos por depender do salário ou pela falta de alternativas mais vantajosas
Veja como é possível diminuir o ritmo da sua rotina agitada sem largar tudo e continuar sendo visto como um profissional de alto desempenho
Os "quiet quitters" são, em sua maioria, homens (67%), assistentes ou analistas (54%) e um terço deles tem entre 25 e 34 anos
Apesar de antigas conhecidas, como "quiet quitting" e "Fat FIRE" continuarem na lista, novas palavras entram no dicionário do RH de 2023
Sem a ambição de assumir a liderança, a Geração Z está repensando os modelos de trabalho e esperando mudanças culturais nas empresas
Há um grupo de pessoas que não permanece nem mesmo um ano na empresa e já sai em busca de melhores salários, atribuições e status
Veja essas dicas para você ser percebido como um excelente funcionário
Profissionais defendem fazer o mínimo em nome do bem-estar e contra os baixos salários, mas essa não é a melhor saída
O astro do cinema trabalhou incansavelmente para ser reconhecido e minha geração fez o mesmo. Será que faz sentido manter essa mentalidade?
FatFire é o movimento de pessoas dispostas a dedicar tempo e esforço para ganhar o máximo de dinheiro possível e se aposentar enquanto ainda são jovens
Quiet quitters não devem esperar aumentos, promoções e bônus, já que as ferramentas de remuneração existem para recompensar profissionais de destaque
Empregadores estão monitorando seus funcionários remotos mas, para lideranças, essa não é a melhor estratégia
Estudioso diz que ideia foi usada para elevar produção quando, na verdade se trata de criar conexão com o trabalho
Para evitar o burnout e resguardar a vida pessoal, o movimento quiet quitting defende trabalhar o mínimo necessário