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Como a Breton Constrói o Morar Bem Brasileiro desde a Criação até o Encantamento

Giselle Rivkind e Daniel Pegoraro falam sobre os quase 60 anos da empresa, a aposta no design autoral e como sustentabilidade e relações familiares ajudam a definir a marca

3 min

Com quase seis décadas de história, a Breton atravessou diferentes momentos do morar brasileiro sem abrir mão de uma característica que hoje ocupa o centro de sua estratégia: a valorização do design nacional. Mais de 30 designers brasileiros fazem parte de seu portfólio, em uma operação que combina criação autoral, artesania, tecnologia e possibilidades de customização.

No Forbescast, Giselle Rivkind, diretora de Marketing e Relacionamento da Breton, e Daniel Pegoraro, responsável pela criação, desenvolvimento e curadoria de produtos e imagem da marca, conversam sobre como essa identidade é construída de dentro para fora, do nascimento de uma peça à maneira como ela chega à casa do consumidor.

O design brasileiro como ponto de partida

Há 22 anos no segmento de decoração, Pegoraro está à frente de um processo que passa não apenas pela escolha de designers, mas pela construção de um repertório capaz de representar diferentes maneiras de morar. Sob sua curadoria, a Breton reúne mais de 30 nomes brasileiros e busca equilibrar talentos estabelecidos e novas vozes.

A proposta é trabalhar o design nacional como criação, e não apenas como estética. O desenvolvimento de cada produto envolve a relação entre designer, equipe criativa e fábrica, combinando processos industriais com o trabalho artesanal. A customização entra nessa equação como uma forma de ampliar as possibilidades de cada peça para diferentes projetos e estilos de vida.

Pegoraro também leva esse pensamento para os espaços físicos da empresa. Com sua equipe de arquitetura, participa da concepção das mais de 20 lojas da Breton no Brasil, transformando os showrooms em parte da narrativa da marca e da experiência com arquitetos e consumidores.

Sustentabilidade antes de o produto chegar à sala

Outra frente que ganhou peso na construção da Breton é a sustentabilidade. A empresa se apresenta como a única marca carbono negativo de seu segmento e possui certificação como Empresa B (B Corp), concedida a negócios avaliados por seu impacto social e ambiental.

A estratégia procura levar essa preocupação para diferentes etapas da cadeia, da fabricação às escolhas que envolvem o desenvolvimento dos produtos. A planta de Diadema, em São Paulo, também possui certificação ISO 9001.

Mais do que acrescentar um discurso sustentável a uma coleção, a intenção é incorporar esses critérios à própria maneira de produzir — um desafio especialmente relevante para uma companhia que trabalha com mobiliário, materiais e processos industriais.

Uma empresa familiar que quer criar relações

É nesse ponto que o trabalho de Giselle Rivkind ganha protagonismo. À frente de Marketing e Relacionamento, a executiva trabalha para transformar atributos como design, brasilidade e sustentabilidade em uma experiência reconhecível pelo consumidor.

A estratégia passa pelos showrooms, eventos, parcerias, relacionamento com arquitetos e pelo contato que continua depois da venda.

No episódio, entendemos como família, sustentabilidade e design aparecem como partes de uma mesma construção. O objetivo é fazer com que aquilo que começa na criação de uma peça seja percebido também no showroom, no atendimento e, finalmente, dentro da casa do cliente.

*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores.

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