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MESSSin Quer Devolver A Criatividade Ao Centro Da Influência

A agência do Grupo MESSS combina estratégia de influência, criação e produção para atuar em um mercado cada vez mais orientado por dados, automação e inteligência artificial

4 min

Durante muito tempo, contratar influência se resumia a uma pergunta: qual influenciador tem o alcance que a marca precisa? Então, vieram os dados das plataformas, a mensuração em tempo real e a automação em escala. O trabalho ficou mais preciso e, na mesma medida, mais parecido.

É contra essa lógica que se consolida a MESSSin, the creative influencer agency do grupo MESSS, com um propósito declarado: devolver a criatividade ao centro da influência. A empresa, que projeta movimentar cerca de R$ 40 milhões em verbas de influência em 2026, tem uma vocação para provocar que vem de berço.

A MESSS, agência de publicidade criada dentro da cultura de internet, sempre fez da bagunça das redes sua matéria-prima. E a MESSSin segue o mesmo caminho na influência. A pergunta bem-humorada que estampa a biografia das suas redes sociais dá o tom: “o mundo vai acabar com robôs e influenciadores?”.

A pergunta resume o momento do setor. Desde o fim de 2024, mais da metade dos artigos publicados na internet é gerada por inteligência artificial, segundo a Graphite. Ao mesmo tempo, a influência nunca esteve tão acessível, nem tão disputada. E o debate sobre até onde a IA pode chegar esquentou nas últimas semanas. A agência não pretende responder, mas sim, alcançar algo mais raro: além de operar influência, debater a indústria em que atua.

O setor aponta para a mensuração. Empresas de influência se uniram para padronizar o cálculo de retorno sobre o investimento em um mercado no qual sete em cada dez anunciantes ainda não estruturam um funil de conversão para creators. A MESSSin usa as mesmas ferramentas e vê o movimento como um avanço necessário. Mas, quando uma tecnologia está ao alcance de todos, medir bem vira ponto de partida. A diferença passa a estar no que vem antes e depois do dado.

É nesse intervalo que a MESSSin se instala, com estratégia de influência para marcas e gestão de carreira para talentos, em todas as escalas, além de criação e produção sob o mesmo teto. O trabalho começa onde nenhum algoritmo chega: na ideia.

Por isso, a agência defende que influenciador não é mídia. Um creator não é apenas o espaço publicitário que a marca compra. É alguém com repertório, linguagem e leitura de contexto, e isso entra na construção da ideia, não apenas na distribuição.

“A máquina já organiza a informação melhor que nós, mas não sabe por que uma trend funciona em uma rede e morre em outra, nem qual ideia vale a pena existir. Essa escolha continua sendo humana” diz Arthur Chini, co-fundador e diretor executivo da MESSSin. “E tem um teste que a gente aplica em tudo, se a ideia não dá um frio na barriga, ela provavelmente já existe em algum lugar”, completa.

A MESSSin conduz a estratégia de influência da Wella Company há três anos e a operação de nanoinfluenciadores da Melissa, do grupo Grendene, há dois. Em um mercado em que fornecedores mudam a cada ciclo, atravessar diferentes momentos de uma marca é um indicador de consistência. O portfólio vai de varejo e moda a saúde, esporte e tecnologia, com Jovi, Grupo Boticário, Youcom, Apsen Farmacêutica, Grupo Multiplan, Loungerie, Pernod Ricard, Mizuno e FARM.

“Quando você cuida da marca e do talento, enxerga oportunidades que não aparecem com os dois lados separados. A marca revela onde quer chegar, e o talento, o que o público ainda não viu dele. A nossa função é encontrar o ponto em que esses dois interesses deixam de ser briefing e viram cultura”, diz Marina Maffini, diretora da MESSSin.

O mercado vai seguir padronizando, medindo e automatizando o que for possível, e ficará cada vez melhor nisso. Se a tecnologia tornou a operação abundante, a próxima escassez da influência talvez esteja justamente no que não se produz em escala: o repertório para ler a cultura, sensibilidade para reconhecer uma oportunidade e criatividade para transformá-la em algo que ainda não existia. Mais em @messsin_________.

*BrandVoice é de responsabilidade exclusiva dos autores.

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