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FAMP Transforma Projeto Educacional Em Ecossistema De Saúde E Formação Em Goiás

Com origem em Mineiros, instituição reúne nove cursos de graduação e uma Policlínica voltada à formação e ao atendimento da população

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Quando Morgana Potrich decidiu investir no ensino superior em Mineiros, no interior de Goiás, a Famp começou pequena. Em 2006, eram 95 alunos e cinco cursos. Hoje, quase duas décadas depois, a instituição reúne nove graduações, 151 professores, 192 colaboradores e mais de 20 mil metros quadrados de estrutura. Milhares de profissionais foram formados pela faculdade.

Ao longo desse percurso, Morgana construiu um projeto que conecta educação, formação profissional, saúde e impacto social. A implantação do curso de Medicina, em 2015, foi um dos principais marcos dessa transformação. “Sonhar grande no interior não era pretensão, era possibilidade”, afirma.

A expansão veio acompanhada de investimentos em infraestrutura, laboratórios, tecnologia e ambientes de aprendizagem. Entre o primeiro semestre de 2024 e a estimativa para o segundo semestre de 2026, a Famp projeta crescimento acumulado de aproximadamente 21,6% na receita bruta nominal. Nos últimos seis semestres, também foram oferecidas mais de 2.200 bolsas e descontos.

“Não acredito em crescer apenas para ser maior. Quero crescer onde pudermos ser relevantes, competitivos e excelentes”, diz Morgana.

Essa visão ganhou uma nova dimensão com a Policlínica Famp, inaugurada em agosto de 2026. A estrutura integra formação acadêmica, prática profissional e atendimento à população. Já foram realizados mais de 21.970 atendimentos, com uma equipe de 48 profissionais. Os serviços são gratuitos e podem ser acessados por agendamento, contratos com prefeituras e pelo SUS.

A Famp planeja ampliar a policlínica de 5 mil para 10 mil metros quadrados, com investimento informado de R$ 25 milhões. A proposta é aproximar ainda mais os estudantes da realidade profissional. “Não queremos formar apenas pessoas tecnicamente competentes. Queremos formar profissionais que saibam o que fazer e compreendam para quem estão fazendo”, afirma.

Com cerca de 65% dos alunos vindos de outras cidades e 40 projetos de extensão, a instituição também passou a integrar a dinâmica econômica e social de Mineiros. O próximo ciclo prevê residências médicas, expansão da pós-graduação e um novo polo, com tecnologia e inteligência artificial entre as prioridades.

“Mais do que prédios, cursos ou números, quero deixar oportunidades”, resume Morgana.

Mais em @fampfaculdade.

*Infomercial é de responsabilidade exclusiva dos autores.

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