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ROIT Aposta Em Autoexecução Inteligente Para A Reforma Tributária

RAI calcula tributos, explica a origem dos valores e automatiza regras entre empresas diante da implementação do IBS e da CBS

5 min

O Brasil está no meio da maior mudança tributária das últimas décadas. Um novo sistema, formado por dois tributos, o IBS e a CBS, está substituindo aos poucos o antigo emaranhado de impostos sobre o consumo, e muda também a forma como o dinheiro circula entre as empresas.

Poucas empresas sabem, com exatidão, quanto de tributo devem recolher, por que e com que risco. A apuração tributária hoje depende de cruzar bases que raramente concordam entre si: o que a nota fiscal registra, o que o governo reconhece e o que o sistema de gestão calculou. Com a Reforma Tributária, resolver essa divergência deixa de ser opcional. Será preciso calcular, explicar e comprovar cada tributo devido, base a base. E a pergunta que fica é: se ninguém sabe exatamente quanto deve, como confiar que o outro vai pagar certo?

Mas saber quanto se deve não resolve tudo. É preciso também garantir que o pagamento aconteça como acordado. Isso não se resolve apenas com uma assinatura eletrônica de contrato. Como resume Lucas Ribeiro, CEO da Roit, “a assinatura é inteligente, mas o contrato não é inteligente. Precisamos que o contrato seja capaz de trazer sua autoexecução”.

Existe uma analogia simples para entender o que muda com a autoexecução: uma máquina de refrigerante. Você coloca o dinheiro, o produto sai. Sempre que a quantia é a mesma, o resultado é o mesmo. Ninguém decide nada no meio do caminho. Essa lógica, determinística e não interpretativa, está prestes a chegar ao sistema tributário brasileiro.

Essa mudança vai além das alíquotas, ela muda quem está no meio da relação entre empresas. Hoje é o Fisco quem garante o crédito de uma compra, independentemente de o fornecedor ter recolhido o tributo ou não. Com o Split Payment, mecanismo que separa o tributo do restante do pagamento já no momento da transação, essa lógica muda de lugar. A partir de 2027, o Fisco deixará de estar no meio dessa relação. Quem passará a garantir o dinheiro no tempo, o capital de giro de cada operação, será a própria empresa ou o fornecedor dela.

A partir de 2027, o modelo de apuração também mudará. Hoje é a empresa que calcula quanto deve, declara e só depois enfrenta a fiscalização. Com a chamada apuração assistida, prevista no artigo 46 da Lei Complementar 214/2025, será o Fisco quem montará essa conta primeiro: cruzará as notas fiscais eletrônicas, calculará o IBS e a CBS devidos e entregará uma proposta pronta. A empresa terá um prazo para confirmar, ajustar ou contestar. Se passar em silêncio, o valor virará dívida confirmada, mesmo se estiver errado.

É para resolver as duas pontas, apuração e execução, que nasce o RAI, o primeiro Registro de Autoexecução Inteligente do mundo voltado para a Reforma Tributária, desenvolvido pela Roit. Ele calcula o tributo devido, explica a origem de cada valor e executa sozinho a regra negociada entre as partes, sem depender de interpretação humana. A alíquota muda, mas o método permanece. O calendário não deixa margem. O ano de 2026 é o único em que as empresas poderão testar essa relação com alíquota reduzida, sem risco financeiro pleno. Quem chegar a 2027 sem definir a posição de cada contrato entrará, por inércia, em uma combinação que não escolheu.

O Brasil emite hoje cerca de 10 bilhões de documentos fiscais por ano. Com a reforma, esse número deverá alcançar 110 bilhões. Só um sistema que execute regras de forma autônoma e auditável sustentará esse volume sem travar a operação das empresas.

O que muda, na prática, para quem compra e para quem vende, é o lugar da confiança. Ela deixa de ser uma promessa e passa a ser uma execução automática e verificável a cada operação. Não é a boa vontade do fornecedor que garante o crédito, é a regra, codificada, que faz isso sozinha.

Para quem compra, há ainda um ganho direto: a solução dá ao contratante visibilidade do preço líquido do fornecedor, o valor que de fato fica com quem vende depois de separado o tributo, o que permite à área de compras negociar com base no número real e buscar a melhor condição possível.

Por trás de tudo isso está uma década da Roit processando dados fiscais em escala, a serviço de clientes que juntos somam mais de R$ 2 trilhões em faturamento anual. É essa experiência que sustenta o RAI. E o que está registrado nele está resolvido.

Mais em @roit.ai.

*Infomercial é de responsabilidade exclusiva dos autores.

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