Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina começam oficialmente nesta sexta-feira (6), marcando um momento histórico para o Brasil. O país desembarca nesta edição dos Jogos de Inverno com sua maior delegação.
Entre os 14 atletas brasileiros, 4 mulheres se destacam. A seguir, confira quem são as brasileiras representando o país nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026:
As brasileiras nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026
Nicole Silveira – Skeleton

Principal nome do Brasil no skeleton, Nicole Silveira, de 31 anos, chega a Milão-Cortina como uma das favoritas ao pódio, em sua segunda Olimpíada. A atleta foi a quarta colocada no Mundial de 2025 e soma três medalhas de bronze em etapas da Copa do Mundo, feitos inéditos para o país na modalidade. Também é a porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura desta edição dos Jogos de Inverno.
Eduarda Ribera – Esqui Cross-Country

Aos 21 anos, Eduarda Ribera disputa sua segunda edição dos Jogos de Inverno. A paulista representou o Brasil nos Jogos Olímpicos da Juventude de Lausanne em 2020 e, dois anos depois, estreou nos Jogos de Pequim 2022.
Atualmente, é a principal atleta de esqui cross-country residente no Brasil, acumulando vitórias no Circuito Brasileiro de Rollerski e presença constante em competições internacionais. Em Milão-Cortina, ela disputa provas de sprint e distance.
Bruna Moura – Esqui Cross-Country

A trajetória de Bruna Moura até Milão-Cortina é marcada por resiliência. Convocada para os Jogos de Pequim 2022, a atleta acabou ficando fora da competição após sofrer um grave acidente na véspera.
Agora, aos 31 anos, faz sua estreia olímpica no esqui cross-country, disputando provas de sprint e distance. No currículo, traz participação em quatro Campeonatos Mundiais entre 2017 e 2025.
Alice Padilha – Esqui Alpino
Aos 18 anos, Alice Padilha é a atleta mais jovem da delegação brasileira nos Jogos de Inverno. Principal revelação do esqui alpino feminino nacional nos últimos anos, ela garantiu a vaga do Brasil na prova de slalom no início de 2025. É a primeira brasileira a competir na modalidade em uma Olimpíada desde a edição de Sochi 2014.
Na prova de slalom, os competidores precisam realizar ziguezagues rápidos entre varetas em um percurso curto. É considerada a prova mais técnica do esqui alpino, com atletas atingindo entre 60 a 70 km/h.