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Conheça o empresário que reconstruiu o World Trade Center após atentado de 11 de Setembro

Um mês antes do ataque, Larry Silverstein havia fechado um contrato para administrar as Torres Gêmeas pelos próximos 99 anos

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Getty Images
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Em julho de 2001, Larry Silverstein, um magnata do ramo imobiliário de Nova York, fechou um contrato de US$ 3,2 bilhões, junto com outros investidores, para administrar um dos maiores complexos de escritórios dos Estados Unidos: as Torres Gêmeas, no World Trade Center.

Seis semanas depois, no dia 11 de setembro, o ataque terrorista que destruiria os prédios, matando quase 3.000 pessoas, deu início ao mais longo processo de reconstrução das Propriedades Silverstein. O contrato assinado pelos investidores em julho concedia os direitos sobre aquela propriedade em Lower Manhattan pelos 99 anos seguintes.

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“Foram 15 anos de dedicação para transformar este espaço em uma lembrança desse terrível episódio”, disse o investidor durante a inauguração de uma galeria de arte dentro do novo complexo do World Trade Center, na última quinta-feira (8). Ele e os outros participantes financeiros do complexo investiram US$ 10 milhões para transformar parte do espaço em um memorial que homenageia as vítimas do ataque.

Duas semanas após a tragédia, Silverstein e seus colegas se reuniram para discutir o novo design da área destruída. O primeiro prédio do novo complexo subiu em 2006 e, logo mais, figuras famosas da cidade começaram a debater sobre o que seria melhor colocar naquele espaço.

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O prefeito desta época, Rudolph Guiliani, pediu que a empresa transformasse toda a área restante em um memorial de 590 m². O prefeito seguinte, o bilionário Michael Bloomberg, exigiu que o local se transformasse em um bairro residencial com apartamentos e uma escola pública.

Depois de alguns debates em torno do assunto, Silverstein acabou entregando o projeto nas mãos da família Durst, que inaugurou em 2014 um arranha-céu no local. Com essa construção e algumas outras espalhadas pela cidade, Douglas e Joddy Durst faturaram US$ 4,4 bilhões.

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Até 2018, o investidor deve entregar mais uma torre do World Trade Center. Por enquanto, quem passear pelo local poderá visitar as unidades do Eataly, Kate Spade, Sephora e Under Armour nos outros prédios do complexo.

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