Apple anunciará novos produtos abrindo crucial temporada de fim de ano

Dado Ruvic/Reuters
Dado Ruvic/Reuters

A Apple disse que o lançamento dos iPhones – ainda o produto mais vendido da empresa – será atrasado por várias semanas

As ações da Apple dispararam este ano, mesmo com a pandemia afetando as economias de todo o mundo, em grande parte graças ao crescimento das vendas que superaram as expectativas de Wall Street.

Hoje (15), a Apple deve divulgar novas versões para vários produtos importantes, incluindo o Apple Watch e o iPad, que ajudarão a determinar se a empresa mantém essa tendência. Os dispositivos serão exibidos em um evento transmitido de sua sede em Cupertino, Califórnia, a partir das 14h00 (horário de Brasília).

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Com base no valor de fechamento de ontem (14), as ações da Apple subiram quase 54% no ano, bem à frente do ganho de 22% da Nasdaq. Embora os papéis da companhia estejam abaixo da máxima histórica atingida no início deste mês, ainda permanecem perto do valor de mercado de US$ 2 trilhões.

A forma como os novos produtos vendem durante a temporada de compras de fim de ano em muitos mercados ocidentais definirá em grande parte o desempenho da Apple em todo o ano fiscal, que começou este mês.

Este ano provavelmente será diferente. Por um lado, a Apple disse que o lançamento dos iPhones – ainda o produto mais vendido da empresa – será atrasado por várias semanas, o que consome o número de dias que os clientes têm para comprá-los antes dos feriados de fim de ano e pode resultar em vendas menores. Analistas esperam que a Apple anuncie um iPhone 5G e outras atualizações em um evento em outubro, com os produtos sendo lançados ainda naquele mês.

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Parte da tarefa da empresa hoje será argumentar que produtos como o Apple Watch ajudam a manter os clientes no ecossistema da Apple a longo prazo – mesmo que eles não comprem um iPhone como um presente de Natal.

“Se as vendas ficarem mais fracas do que o normal durante o trimestre do final do ano, isso não significa que elas estão perdidas apenas porque estão atrasadas”, disse Ben Bajarin, analista de consumo da Creative Strategies. (Com Reuters)

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