Disputado desde 1877, o mais tradicional dos Grand Slams do tênis terá muitas inovações tecnológicas e reforço nos prêmios na edição de 2026. O torneio de Wimbledon terá a presença de muitos tenistas. Além de João Fonseca e Bia Haddad na chave de simples, vários duplistas representarão o tênis brasileiro.
O uso da tecnologia está entre as principais novidades desta edição. Pela primeira vez os jogadores poderão pedir revisão de jogadas com o auxílio de vídeo em seis quadras do complexo, incluindo a Central e a Número 1. O sistema, chamado de ELC (Electronic Line Calling), permite que os jogadores possam solicitar revisões como segundo toque na grama, toque na rede ou no poste e invasão da área de quadra do adversário. Não há número limite para pedidos de revisão, e os placares das quadras estarão conectados ao sistema para que os torcedores possam acompanhar.
A premiação total do torneio teve aumento de 20%, chegando a 64 milhões de libras, cerca de R$ 439,6 milhões. Os campeões de simples embolsarão aproximadamente R$ 24 milhões, enquanto os perdedores da primeira rodada receberão cerca de R$ 550 mil.
Para quem curte a moda e o estilo incomparável de Wimbledon, o torneio está lançando uma coleção especial de roupas e acessórios chamada Strawberry Collection. Uma das principais tradições de Wimbledon, desde a primeira edição é a vende de A temática, claro, é a venda de uma porção de morango com creme de leite fresco (clotted cream), muitas vezes equivocadamente confundida com chantilly.
Com apenas João Fonseca e Bia Haddad Maia na chave de simples, a representatividade brasileira é maior nas duplas. O Brasil estará representado por Rafael Matos e Orlando Luz (única 100% nacional) e Marcelo Mello, Fernando Romboli e Marcelo Demoloner, que têm parceiros de outras nacionalidades.
Entre as mulheres, o Brasil conta com Luisa Stefani, Laura Pigossi e Ingrid Martins, que atuam com parceiras de outros países.