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Segunda onda de infecções por coronavírus derruba mercados

Investidores estão em estado de alerta com novos casos de Covid-19 na Coreia do Sul, China e Alemanha.

Gustavo Cruz, colaborador da marca
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Heo Ran/Reuters
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As bolsas asiáticas e europeias iniciaram a semana com cautela

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Relatos preocupantes vindos da Coreia do Sul, China e Alemanha deixam investidores em estado de alerta. Possibilidade de reforçar isolamento após abrir impactaria mercados.

As bolsas asiáticas e europeias iniciaram a semana com cautela, com os investidores observando esforços de reabertura econômica, mas também atentos aos sinais de uma segunda onda de infecções por Covid-19 na China, Coreia do Sul e Alemanha.

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Autoridades chinesas relataram hoje (11) 17 novos casos de coronavírus. A cidade de Wuhan, onde o surto teve início, voltou a registrar casos no fim de semana, após mais de um mês sem ocorrências. A Coreia do Sul fechou bares e restaurantes, após suspeitas que apenas 1 pessoa seria a causa de 40 novos casos, em um final de semana. Ele teria passado por 5 estabelecimentos, no qual passaram 5000 pessoas.

Por fim, na Alemanha, o Instituto Robert Koch para controle de doenças disse em um boletim diário que o número de pessoas que cada doente contagia –conhecido como taxa de reprodução, ou R– subiu para 1,1. Quando passa de 1, significa que o número de infecções está crescendo.

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O alerta na cabeça de investidores surge porque abre a possibilidade de uma nova rodada de aperto nas restrições de interações sociais. O problema pode afetar o resultado financeiro das empresas e numa menor atividade econômica.

Outro destaque negativo no começo desta semana é relato de fábricas dos Estados Unidos. Diversas empresas suspenderam o contrato de funcionários temporariamente, mas já estão fechando as portas em definitivo. Isso pode agravar ainda mais a situação do mercado de trabalho, levando o país para taxas de desemprego próximas ao da Grande Depressão.

Pensando em Brasil, se as maiores economias do mundo tem problemas, nós também somos afetados. Inúmeras empresas brasileiras importam ou exportam produtos para companhias de outros países.

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