Ibovespa decola com o exterior positivo e rompe 99 mil pontos

O Ibovespa opera no azul e rompe a barreira dos 99 mil pontos nos primeiros negócios da sessão desta quarta-feira (14), acompanhando bom humor do exterior após balanços dos bancos norte-americanos. A temporada de balanços no Brasil tem início amanhã. Às 10h32, o índice brasileiro ganhava 0,61%, aos 99.101 pontos. O dólar, por sua vez, opera com leve contração contra o real, perdendo 0,36% e negociado a R$ 5,55 na venda.

Em Wall Street, o Dow Jones avançava 0,13%, o S&P 500 crescia 0,06% e o Nasdaq Composite valorizada 0,14% no mesmo horário. O Goldman Sachs reportou um aumento de 94% no lucro trimestral, para US$ 3,5 bilhões no 3T, contra 1,8% bilhão no mesmo período do ano anterior, puxado por um salto de 29% na receita de trading. O lucro por ação dobrou para US$ 9,68 dólares, contra US$ 4,79 no 3T19. Já o Bank of America, segundo maior banco dos EUA, teve uma queda de 15,8% no lucro líquido do terceiro trimestre, para US$ 4,44 bilhões (US$ 0,51 por ação), com declínio no desempenho de três dos seus quatro principais segmentos.

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No Brasil, a temporada de resultados vai de 15 de outubro a 16 de novembro. A expectativa do mercado é de números positivos em alguns setores, como o de serviços financeiros e de energia. A reabertura gradual do comércio deve também apoiar os dados do terceiro trimestre das companhias listadas na B3.

Dados do IBGE divulgados nesta manhã revelam um crescimento de 2,9% no setor de serviços em agosto na comparação com julho, a terceira alta seguida. No acumulado de 2020, todavia, a queda é de 9%.

Ainda no contexto doméstico, o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou ontem (13) que, mantidos os parâmetros atuais, o Brasil voltará a ter superávit primário entre 2026 e 2027, contra estimativa anterior, feita antes da pandemia, que apontava o período entre 2022 e 2023.

No contexto global, continua a pesar sobre o mercado a interrupção de testes da vacina da Johnson e Johnson e a suspensão no desenvolvimento de um medicamento contra o coronavírus pela Eli Lilly, aumentando as incertezas quanto à disponibilidade de vacinas e tratamentos para a Covid-19 em curto prazo.

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