Sachsida cita riscos hidrológicos, pandêmicos e fiscais como desafios de curto prazo

No longo prazo, a maior preocupação se associa aos choques transitórios gerados pela pandemia da Covid-19, caso não tenham efeitos permanentes na economia.

Redação
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Adriano Machado/Reuters
Adriano Machado/Reuters

Prédio do Ministério da Economia

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O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, destacou hoje (18) como desafios de curto prazo para a economia brasileira os riscos relacionados à pandemia, à questão hidrológica e ao cenário fiscal.

No longo prazo, a preocupação maior, disse Sachsida, é que os choques transitórios gerados pela pandemia da Covid-19 não tenham efeitos permanentes na economia. Nesse sentido, ele defendeu que o caminho mais acertado é insistir na agenda de consolidação fiscal e de reformas pró-mercado.

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“É graças à consolidação fiscal que você ancora expectativas, ancorando expectativas você mantém a trajetória de inflação sobre controle”, disse Sachsida, acrescentando que isso contém o risco país, com impacto positivo sobre o investimento e o emprego.

Em apresentação para comentar as novas projeções da Secretaria de Política Econômica, Sachsida disse que a estimativa de crescimento de 3,50% do PIB este ano é “conservadora”. Ele rechaçou avaliações de que o país poderia estar vivendo um cenário de “estagflação” – estagnação econômica e inflação elevada -, ressaltando que não é possível falar em estagnação com uma economia crescendo a taxas de 3% em termos anuais. (Com Reuters)

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