Enauta compra plataforma FPSO para campo de Atlanta por US$ 80 milhões; veja os destaques do Forbes Radar

Últimas notícias sobre: Eletrobras, Notre Dame Intermédica, Oi e Grupo Mateus.

Isabella Velleda
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No Forbes Radar de hoje (10), a Enauta anunciou que concluiu a compra do FPSO OSX-2, uma plataforma flutuante de exploração de petróleo, para o campo de Atlanta por US$ 80 milhões. Localizado na Bacia de Santos, o campo é operado pela Enauta Energia, subsidiária da companhia, que também detém 100% deste ativo.

Já a Embraer fechou acordo para reduzir a encomenda de cargueiros KC-390 feita pela FAB (Força Aérea Brasileira), de 28 para 22 unidades. Em 2014, Embraer e o Comando da Aeronáutica assinaram contrato para a produção do cargueiro no valor de R$ 7,2 bilhões na época.

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Veja estes e outros destaques corporativos do dia:

Enauta (ENAT3)

A Enauta concluiu a compra do FPSO OSX-2 para o campo de Atlanta por US$ 80 milhões. O pagamento já foi integralmente realizado. Localizado na Bacia de Santos, o campo é operado pela Enauta Energia, subsidiária da companhia, que também detém 100% deste ativo.

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“A aquisição de uma unidade existente por um valor atrativo melhora substancialmente o retorno esperado para Atlanta, além de otimizar o prazo necessário para a implantação do Sistema Definitivo, possibilitando, no caso de sanção do projeto, o primeiro óleo em meados de 2024”, comentou Décio Oddone, CEO da Enauta.

Embraer (EMBR3)

A Embraer fechou acordo para reduzir a encomenda de cargueiros KC-390 feita pela FAB (Força Aérea Brasileira), de 28 para 22 unidades – um corte menor do que o anunciado pela FAB no fim de 2021.

Em novembro, a FAB anunciou que reduziria a encomenda de forma unilateral para 15 unidades do KC-390, após não fechar um acordo com a fabricante brasileira na época.

Em 2014, Embraer e o Comando da Aeronáutica assinaram contrato para a produção do cargueiro no valor de R$ 7,2 bilhões, em valores da época. A Embraer afirmou agora que a redução da encomenda foi acertada com cláusulas que minimizam efeitos sobre a companhia. A empresa não deu detalhes, mas afirmou que a carteira de pedidos firmes foi reduzida em US$ 500 milhões.

Eletrobras (ELET6)

A Eletrobras assinou contrato de prestação de serviços que permitirá a retomada das obras da usina nuclear Angra 3. O negócio foi firmado entre a subsidiária Eletronuclear e o consórcio formado por Ferreira Guedes, Matricial e ADtranz.

Entre as principais medidas que constam no Plano de Aceleração do Caminho Crítico está a conclusão da superestrutura de concreto do edifício do reator de Angra 3, disse a empresa.

“Além disso, será feita uma parte importante da montagem eletromecânica, que inclui o fechamento da esfera de aço da contenção e a instalação da piscina de combustíveis usados, da ponte polar e do guindaste do semipórtico”, afirmou.

Notre Dame Intermédica (GNDI3)

A Notre Dame Intermédica e a Hapvida informaram que o valor final a ser recebido pelos acionistas da GNDI, em contrapartida ao resgate das ações preferenciais da Hapvida, será de R$ 5,16 para cada ação ordinária da GNDI de que forem proprietários no fechamento do pregão de amanhã (11).

A parcela caixa final já considera todos os ajustes previstos no protocolo e justificação, bem como a atualização pela variação do CDI sobre o valor total de R$ 4 bilhões. O pagamento da parcela caixa final e dos dividendos extraordinários será feito em 29 de março de 2022.

Oi (OIBR3)

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a compra da Oi Móvel pelas rivais TIM, Telefônica Brasil e Claro. O julgamento terminou empatado em 3 a 3 e o presidente do Cade, Alexandre Cordeiro Macedo, acabou emitindo um “voto de qualidade”, votando mais uma vez a favor da operação, conforme sessão transmitida pela internet.

Telefônica Brasil, Claro e TIM, esta uma das principais beneficiárias da transação ao obter a maior parte do espectro da Oi Móvel, ganharam direito aos ativos da empresa no final de 2020, com uma oferta conjunta de R$ 16,5 bilhões, em um leilão que contou apenas com a oferta do grupo.

Grupo Mateus (GMAT3)

O Grupo Mateus encerrou o mês de janeiro com seis inaugurações no Maranhão e no Pará, dando continuidade ao seu plano de expansão em 2022.

A cidade maranhense de Timon recebeu a sua segunda loja de Atacarejo e de Eletro. Já Urbano Santos e Cururupu deram as boas-vindas às suas primeiras operações do Grupo: lojas Camiño de formato híbrido.

No Pará, o Grupo Mateus também chegou a uma nova cidade. No município de Tomé-Açú foi inaugurada uma loja Camiño, também de formato híbrido, enquanto a capital Belém recebeu uma nova operação de Eletro. (Com Reuters)

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