Ações da China fecham em baixa com crise na Ucrânia e temores sobre inflação

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 2,01%, mínima desde 1 de julho de 2020.

Da Reuters
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Aly Song/Reuters
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Bolsa de Valores de Xangai

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O mercado acionário da China ampliou as perdas hoje (08) depois de atingir mínimas de vários anos na sessão anterior, uma vez que o fraco progresso nas negociações sobre a Ucrânia, preocupações com a inflação e surtos domésticos de coronavírus pesaram sobre os mercados.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 2,01%, mínima desde 1 de julho de 2020. O índice de Xangai teve queda de 2,35%, menor nível desde 4 de novembro de 2020.

As negociações de paz na Ucrânia tiveram pouco avanço e a perspectiva de proibição às importações de petróleo da Rússia provocaram temores em relação à inflação e à desaceleração do crescimento econômico.

Por sua vez, a China informou 325 novos casos de coronavírus em 7 de março, comparado com 327 um dia antes.

. Em TÓQUIO, o índice Nikkei recuou 1,71%, a 24.790 pontos.

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. Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 1,39%, a 20.765 pontos.

. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 2,35%, a 3.293 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 2,01%, a 4.265 pontos.

. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 1,09%, a 2.622 pontos.

. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 2,06%, a 16.825 pontos.

. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,22%, a 3.148 pontos.

. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 recuou 0,83%, a 6.980 pontos.

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