Kenzie Academy atrai mais de 15 mil pessoas para curso de programação web

Empresa se posiciona como alternativa ao ensino superior.

Redação
Compartilhe esta publicação:
div
div

Liderada no Brasil por Daniel Kriger e sediada em Curitiba, a Kenzie trabalha em parceria com empresas como a EBANX

Acessibilidade


Com as demissões em massa e busca por qualificações no mercado de tecnologia, a escola de programação norte-americana web Kenzie Academy tem visto um aumento em interesse em sua oferta de formação em desenvolvimento web no Brasil.

A Kenzie, que se posiciona como alternativa ao ensino superior, com programas presenciais e online, começou suas operações no Brasil em dezembro de 2019. A empresa diz ter recebido inscrições de mais de 15 mil pessoas para o processo seletivo de seu curso de desenvolvimento web de janeiro até junho deste ano. Destas, mais de 10 mil procuraram a escola somente no período de abril a junho. Os interessados são, em sua maioria, pessoas entre 25 e 30 anos.

LEIA MAIS: Kenzie quer substituir universidade no Brasil com cursos técnicos

A Kenzie utiliza o método de pagamento Income Share Agreement (ISA), modelo onde o aluno paga o curso após a conclusão do curso quando conseguir recolocação profissional, com salário acima de R$ 3 mil. “Esperamos que as pessoas percebam os benefícios do ISA quando comparado ao financiamento estudantil tradicional,” disse fundador e CEO da startup, Chok Ooi, em entrevista à Forbes na época do início das operações no Brasil.

Liderada no Brasil por Daniel Kriger e sediada em Curitiba, a Kenzie trabalha em parceria com empresas como a EBANX para garantir a contratação de seus alunos. Até o final de 2020, a empresa pretende formar cerca de 500 pessoas.

Inscreva-se para receber a nossa newsletter
Ao fornecer seu e-mail, você concorda com a Política de Privacidade da Forbes Brasil.

Segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), o mercado brasileiro exigirá a formação de cerca de 70 mil profissionais de tecnologia por ano nos próximos quatro anos, porém o país formará apenas 46 mil. Outro estudo, da McKinsey, aponta que o número de graduações em tecnologia no país é até 11 vezes menor que o de estudantes da área de direito ou negócios.

Siga FORBES Brasil nas redes sociais:

Facebook
Twitter
Instagram
YouTube
LinkedIn

Participe do canal Forbes Saúde Mental, no Telegram, e tire suas dúvidas.

Baixe o app da Forbes Brasil na Play Store e na App Store.

Tenha também a Forbes no Google Notícias.

Compartilhe esta publicação: