Microsoft revelará primeira reformulação do Windows em seis anos

O Windows corresponde a US$ 48,2 bilhões dos US$ 143 bilhões em receita da Microsoft no último ano.

Redação
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Kacper Pempel/Reuters
Kacper Pempel/Reuters

O Windows corresponde por US$ 48,2 bilhões dos US$ 143 bilhões em receita da Microsoft no último ano

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A Microsoft exibirá hoje (24) a primeira grande reformulação de seu sistema operacional Windows desde 2015. O software que transformou a Microsoft em um nome popular e dominou os computadores pessoais por anos foi ultrapassado por dispositivos que usam sistemas da Apple e do Google, mas ainda é essencial para a força da Microsoft no mercado corporativo.

A atualização do sistema operacional também pode agradar os usuários finais, que ajudaram a impulsionar as vendas de PCs de forma acentuada no ano passado em razão dos impactos das medidas de isolamento social.

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Os analistas esperam que o sucessor do Windows 10 seja chamado de Windows 11 e traga atualizações para usuários corporativos que podem torná-lo mais fácil de usar com configurações de monitor duplo. Ele também pode conter atualizações para jogadores de PC, outra importante base de usuários da Microsoft.

A companhia também pode dar mais detalhes sobre seus planos para uma Windows Store renovada. Recentemente, a empresa cortou as comissões sobre os jogos vendidos na loja para 12%, abaixo dos 15% que recebe em aplicativos regulares, e tem sido uma crítica vocal da App Store, da Apple, que cobra comissões de 30% e exige que os desenvolvedores usem os sistemas de pagamentos da própria Apple.

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O Windows continua sendo uma das maiores plataformas do mundo da tecnologia, com o segmento de computação pessoal da Microsoft respondendo por US$ 48,2 bilhões de seus US$ 143 bilhões em receita no último ano fiscal.

O Windows 10, a versão mais recente, tem 1,3 bilhão de usuários, quase a base total de dispositivos instalados da Apple de 1,65 bilhão de usuários, mas menos da metade dos 3 bilhões de usuários do Android, da Alphabet.

Entre os PCs e laptops, o Windows perdeu parte do mercado em 2020 para os Chromebooks do Google, já que as escolas optaram por dispositivos mais baratos para o aprendizado online, mas ainda manteve mais de 80% do mercado, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado IDC. (com Reuters)

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