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É possível que uma IA gere caos no mundo como sugere Missão: Impossível 7 ?

O filme, que estreou na última quinta-feira (13), traz a tecnologia como vilã e retrata o que os especialistas chamam de superinteligência artificial

3 min
Reprodução
Chamada de Entidade, a superinteligência artificial retratada no filme é a grande vilã

No mesmo dia em que Missão: Impossível 7 estreou em todo mundo, na quinta-feira (13), os atores de Hollywood entravam em greve em apoio aos roteiristas que estavam parados desde maio deste ano. O que esses dois eventos têm em comum? A inteligência artificial. No primeiro caso, a IA é a principal vilã da sétima edição da franquia. No segundo, ela é um dos pontos de discórdia entre os trabalhadores do entretenimento e os estúdios.

No filme de Tom Cruise, os humanos perdem o controle de uma superinteligência artificial chamada de Entidade que começa a interferir em aspectos políticos e ter consciência própria. Muitos dos pontos abordados sobre a tecnologia, ainda que na ficção, remetem à superinteligência artificial. Um conceito ainda teórico, já que nenhum tipo de IA existente, pelo que se tem conhecimento, chegou a esse nível de sofisticação.

Conheça 4 tecnologias de Missão: Impossível:

A superinteligência artificial (Artificial Superintelligence – ASI) refere-se a uma forma avançada de inteligência artificial que supera a inteligência humana em praticamente todos os aspectos, capaz de ampliar em grande escala os limites da IA. As máquinas possuem capacidades cognitivas e habilidades de resolução de problemas que excedem em muito as das mentes humanas, podendo compreender e analisar grandes quantidades de dados de forma rápida, tomar decisões complexas e até mesmo gerar ideias criativas.

Conforme os estudos em torno da IA avançam, pesquisadores e formuladores de políticas se atentam no quanto é importante e crucial priorizar o desenvolvimento responsável e ético da superinteligência artificial para o benefício da humanidade.

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Os impactos da superinteligência artificial

Avanços científicos e tecnológicos: pode contribuir e acelerar nas descobertas científicas analisando grandes quantidades de dados, descobrindo padrões e fazendo conexões que escapam aos pesquisadores humanos.

Transformação econômica: a integração da ASI em vários setores pode levar a mudanças radicais no mercado de trabalho. Tarefas repetitivas e manuais podem ser automatizadas, liberando capital humano para funções mais criativas e complexas.

Considerações éticas: questões relacionadas à tomada de decisões de IA, privacidade, segurança e possíveis vieses precisam ser abordadas para garantir que a ASI seja desenvolvida e utilizada de maneira ética e benéfica.

Resolução de problemas sobre-humanos: suas capacidades de resolução de problemas podem ajudar a enfrentar desafios complexos que a humanidade tem lutado para superar, oferecendo abordagens e insights inovadores, podendo revolucionar campos como medicina, mitigação das mudanças climáticas e exploração espacial.

Singularidade: o conceito de singularidade tecnológica levanta a possibilidade de surgir questões sobre o futuro relacionamento entre humanos e máquinas superinteligentes, bem como o papel dos humanos em um mundo dominado pela ASI.

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