China recupera rebanho e registra maior produção de carne suína no 3º trimeste em 3 anos

Após aumento de 43% em comparação com o ano anterior, país chegou a 12,02 milhões de toneladas.

Redação
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Ryann Woo/Reuters
Ryann Woo/Reuters

Produção chinesa de carne suína chegou a 12,02 milhões de toneladas

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A produção de carne suína da China no terceiro trimestre atingiu seu maior nível em três anos, apontaram dados oficiais hoje (18), depois que os produtores construíram milhares de grandes fazendas de criação no ano passado para reconstruir seu rebanho dizimado pela peste suína africana.

A produção de carne suína entre julho e setembro foi de 12,02 milhões de toneladas, um aumento de 43% em comparação com o ano anterior, segundo cálculos da Reuters com base em dados oficiais, e a maior desde o terceiro trimestre de 2018, antes de a China começar a sentir as consequências da epidemia de peste suína.

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A produção de carne suína da China saltou 38% nos primeiros três trimestres de 2021 em relação ao ano anterior, para 39,17 milhões de toneladas, segundo o departamento de estatísticas.

O terceiro trimestre foi, no entanto, inferior aos 13,46 milhões de toneladas do segundo trimestre deste ano, desafiando as expectativas de alguns analistas.

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“Achei que seria maior do que o segundo trimestre porque houve muitas liquidações no terceiro trimestre”, disse Pan Chenjun, analista sênior do Rabobank.

O aumento na produção de carne suína foi liderado pelos maiores produtores, que investiram bilhões de iuanes em novas fazendas durante 2020 numa tentativa de conquistar participação de mercado após a epidemia de peste suína.

Mas os preços despencaram 65% até agora este ano, levando alguns fazendeiros a vender seus rebanhos e sair, enquanto outros aproveitaram a oportunidade para se livrar de fêmeas menos produtivas.

O rebanho de matrizes da China diminuiu 0,5% em julho em comparação com junho, e mais 0,9% em agosto em relação ao mês anterior, de acordo com dados publicados anteriormente pelo Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais. (Com Reuters)

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