Syngenta escolhe ConnectFarm para plano de recuperação de terras degradadas no Brasil

A iniciativa surge como uma resposta ao crescimento de terras degradadas no Brasil ao longo dos anos, após o desmate de florestas.

Redação
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Arnd Wiegmann/Reuters
Arnd Wiegmann/Reuters

Sede da Syngenta em Basel, na Suíça

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A agtech ConnectFarm foi escolhida pela Syngenta para participar de um projeto que visa recuperar pelo menos 1 milhão de hectares de pastagens degradadas no Brasil no próximos cinco anos, informou a startup em comunicado hoje (9).

O papel da ConnectFarm no projeto, anunciado pela Syngenta e pela ONG The Nature Conservancy em 2019, será ajudar os agricultores a plantar uma variedade de semente de soja mais resistente que pode prosperar em áreas degradadas, disse o comunicado.

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Também como parte da iniciativa, a Syngenta está promovendo parcerias com bancos para ajudar os agricultores no Brasil, o maior exportador mundial de muitas commodities agrícolas, a obter financiamento para o cultivo de soja nessas áreas, disse a ConnectFarm.

A iniciativa surge como uma resposta ao crescimento de terras degradadas no Brasil ao longo dos anos, após o desmate de florestas.

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A Syngenta, uma empresa de agroquímicos, confirmou o envolvimento da ConnectFarm no projeto, que visa amplamente “melhorar a saúde do solo, a eficiência dos recursos e a proteção do habitat nas principais regiões agrícolas do mundo”.

O Censo Agropecuário Nacional estima que 12 milhões de hectares de pastagens degradadas no país podem ser recuperadas e utilizadas para o cultivo, sendo 8 milhões apenas no Cerrado brasileiro, disse a ConnectFarm.

“Ao converter terras de pastagem degradadas em áreas para cultivo de soja e outros grãos colaboramos com uma produção sustentável”, disse o CEO da ConnectFarm, Rodrigo Franco Dias no comunicado. (Com Reuters)

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