China não tem pressa de comprar açúcar apesar de correção de preço

A China está entre os três maiores importadores globais de açúcar, junto com a Indonésia e os Estados Unidos.

Reuters
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Juan Carlos Ulate/Reuters
Juan Carlos Ulate/Reuters

Produção de açúcar na Costa Rica

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As importações chinesas de açúcar permanecerão baixas e bem abaixo dos níveis do ano passado, apesar da recente fraqueza nos contratos futuros da commodity, já que os preços do adoçante na China caem e o frete marítimo continua elevado, disse a consultoria de açúcar CovrigAnalytics.

“A queda nos preços domésticos chineses não é surpreendente, pois a produção doméstica está aumentando e, sazonalmente, deve atingir um pico no final de janeiro”, disse a CovrigAnalytics.

“Além disso, a China já importou volumes significativos de açúcar em 2020/21 (perto de 6,7 milhões de toneladas – 83,5% brutos) e muito acima do déficit estrutural anual existente de cerca de 4,8-5 milhões de toneladas”, disse em um relatório.

Os contratos futuros de açúcar bruto na ICE caíram na segunda-feira para 17,6 centavos de dólar por libra-peso, o menor nível em mais de cinco meses, em meio a chuvas no Brasil e ampla produção na Índia e na Tailândia. Os preços se recuperaram parcialmente hoje (12).

A CovrigAnalytics disse que durante a temporada de produção de açúcar, de outubro de 2020 a setembro de 2021, a China importou 2,2 milhões de toneladas a mais do que precisava e o país não tem pressa em comprar.

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A China está entre os três maiores importadores globais de açúcar, junto com a Indonésia e os Estados Unidos.

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