Soja e milho se firmam em Chicago com seca na América do Sul

Depois de previsões de altas temperaturas e secas na Argentina e no Sul do Brasil, os futuros das commodities fecharam em alta em Chicago.

Reuters
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Peter Dazeley/Getty
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Milho e soja fecharam ontem (4) em alta na Bolsa de Chicago

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Os futuros da soja e do milho negociados em Chicago subiram ontem (4), devido ao clima seco em partes da América do Sul, que pode prejudicar os rendimentos nos mercados de exportação de rivais dos norte-americanos, enquanto o trigo subiu após três sessões de queda.

O contrato de soja mais ativo na bolsa de Chicago (CBOT) fechou em alta de 34,25 centavos de dólar, US$ 13,8975 o bushel, após atingir o pico de US$ 13,9225 por bushel, o pico para um vencimento mais ativo desde 21 de julho de 2021.

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O milho avançou 20,25 centavos de dólar, a US$ 6,0950 o bushel e o trigo subiu 12 centavos de dólar para US$ 7,70 o bushel.

As previsões climáticas voltaram a ficar quentes e secas na Argentina e no Sul do Brasil, após chuvas benéficas na semana passada, enquanto a colheita da soja precoce brasileira foi desacelerada pela precipitação.

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Por outro lado, chuvas oportunas podem ajudar a produção agrícola na região, pressionando os mercados cotados nos EUA para baixo, disse John Zanker, analista de mercado da Risk Management Commodities.

“Se essa previsão for quebrada e houver chuvas no sul do Brasil e na Argentina, podemos ter uma queda muito boa”, disse ele.

O preço do trigo foi sustentado pelo estreitamento da oferta mundial. As classificações de condição para o trigo de inverno caíram acentuadamente em dezembro no Kansas e em Oklahoma, os dois maiores produtores do cereal de inverno dos EUA, disse o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) anteontem (3).

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