De “Hey Jude” a “Penny Lane”, Paul McCartney conta como escreveu as melhores canções de sua vida

Livro “The Lyrics: 1956 to the Present” (“As Letras: de 1956 ao Presente”) passa pelas oito décadas de composições do músico.

Redação
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MPL Communications/Mark Allan/Divulgação
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Considerado um dos maiores compositores de todos os tempos, McCartney assinou sua primeira composição aos 14 anos

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Procurando inspiração no ônibus ou encontrando nomes de músicas em seus sonhos, Paul McCartney explora a sua vida em um novo livro que conta como ele escreveu algumas das música mais famosas do mundo.

Descrito como um “auto-retrato em 154 músicas”, “The Lyrics: 1956 to the Present” (“As Letras: de 1956 ao Presente”) passa pelas oito décadas de composições de Paul McCartney – como adolescente, membro dos Beatles, seu período com a banda de rock Wings e como um artista solo de sucesso.

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Publicado esta semana, a obra é organizada alfabeticamente, com letras de músicas como “Hey Jude”, “A Hard Day’s Night” e “Penny Lane” acompanhadas pelas suas inspirações.

“Quando termino uma música, ela é liberada ao mundo, e eu não me preocupo com o que acontece com ela”, disse McCartney, ontem (6), em evento para discutir o livro.

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“Eu aceito que nem todo mundo entenderá o significado que tinha para mim, eles vão colocar seus próprios significados e acho que você tem que aceitar isso.”

Considerado um dos maiores compositores de todos os tempos, McCartney assinou sua primeira composição “I Lost My Little Girl” aos 14 anos, quando sua mãe morreu em 1956.

Anos depois, foi um sonho em que ela o confortava que inspirou o nome da música “Let it Be”.

“Ela era meio que uma santa… me dizendo simplesmente ‘vai ficar tudo bem, apenas deixe acontecer’”, disse McCartney. (Com Reuters)

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