Maior parte de recursos para compra de sítio em Atibaia pode ter saído da Oi, diz Lava Jato

Reuters
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A força-tarefa da operação Lava Jato afirmou hoje (10), que a maior parte dos recursos utilizada na compra do sítio de Atibaia usado por Lula pode ter origem em repasses do grupo Oi/Telemar

As provas levantadas até o momento nas investigações sobre a relação da Oi com empresas de um dos filhos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicam que a maior parte dos recursos utilizada na compra do sítio de Atibaia usado por Lula pode ter origem em repasses do grupo Oi/Telemar para empresas de Fabio Luis Lula da Silva, afirmou a força-tarefa da operação Lava Jato hoje (10).

A Lava Jato lançou nova fase mais cedo nesta terça-feira para investigar possíveis crimes de corrupção e lavagem de dinheiro em relação a contratos celebrados entre o grupo Oi/Telemar com a Gamecorp, empresa que tem o filho de Lula entre os controladores. Segundo a investigação, aparentemente os contratos não foram prestados na totalidade.

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“As evidências indicam aqui que o maior ativo que o grupo Oi/Telemar buscava na Gamecorp era que se tratava do filho do então presidente da República”, disse o procurador da República Robson Pozzobon em entrevista coletiva sobre a ação.

Segundo a Lava Jato, as investigações envolvem no total R$ 193 milhões arrecadados pelo grupo econômico com participação do filho de Lula junto a companhias de telefonia, internet e TV a cabo.

Em comunicado, o MPF disse que, além de Oi/Telemar, a Vivo/Telefônica também está sendo investigada devido a contratos suspeitos com as empresas do filho do ex-presidente.

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