A Fórmula 1 tem tudo o que uma liga esportiva poderia querer. Pode vangloriar-se de uma bela história, uma legião de fãs com alta renda ao redor do mundo, uma equipe disposta a desembolsar um total de US$ 2,5 bilhões nas operações e, ainda assim, assumir riscos de perda. Em poucas palavras, F1 caracteriza o automobilismo da forma mais emocionante do planeta.
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No entanto, a liga está bem longe do seu auge. Os problemas começam na pista: na temporada de 2015, apenas três competidores ganharam uma corrida, seis chegaram ao pódio e Lewis Hamilton conquistou o campeonato, assim como fez com as outras três corridas passadas. Duas equipes têm se dividido entre os últimos seis campeonatos, mas nenhum resultado surpreendente acontece desde 2012.
Os investidores do campeonato já foram vistos ‘desperdiçando’ altíssimos valores ao longo dos últimos anos e inúmeros potenciais compradores têm cada vez mais demonstrado interesse nesta desvalorização. Um estudo mais aprofundado sobre o assunto demonstra que a Fórmula 1 está atolada em deficiências estruturais, como as desigualdades financeiras entre as equipes, um dos principais motivos que faz um programa avaliado em US$12 bilhões atualmente valer 70% disso.
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A liga hoje vale 10% a menos do que valia no ano passado, um sinal de que o esporte pode estar em extrema necessidade de novas regulamentações financeiras. Só uma delas, a poderosa Ferrari, não parece estar tão preocupada: tem o valor estimado em US$ 1,35 bilhão. Para determinar este valor foram utilizadas receitas de 2014, com documentos financeiros, fontes da indústria e transações recentes.
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