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Sequoia China quer levantar US$ 6 bi em novo fundo

Segundo fontes, recursos seriam obtidos por meio de parceria estatal

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iStockAs startups na China são até 40% mais caras do que suas contrapartes nos EUA e, em alguns casos, até mesmo avaliadas pelo dobro do preço, de acordo com estimativas recentes de investidores.

A Sequoia Capital China está se unindo a um fundo estatal de capital de risco e à gigante do comércio eletrônico JD.com para levantar até 40 bilhões de iuanes (US$ 5,8 bilhões) para criar uma companhia focada em investimentos em grandes empresas de tecnologia, disseram fontes.

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O fundo Starquest Capital, ou Xingjie Capital, destaca os esforços crescentes de investidores chineses de risco para engordar suas carteiras à medida que as valorizações e as necessidades de financiamento aumentam, com as empresas demorando mais para abrir capital.

As startups na China são até 40% mais caras do que suas contrapartes nos EUA e, em alguns casos, até mesmo avaliadas pelo dobro do preço, de acordo com estimativas recentes de investidores.

O Starquest levantou até agora cerca de 10 bilhões de iuanes (US$ 1,4 bilhão) de fontes domésticas, como bancos. E está conversando com possíveis investidores para garantir o restante, disseram as fontes à Reuters sob condição de anonimato, já que os planos são confidenciais.

A Sequoia China disse que é acionista do Starquest, mas não participa da administração do fundo. A Starquest, o fundo de capital de risco estatal e a JD.com se recusaram a comentar.

O acionista controlador do fundo de capital de risco – China Reform Holdings – não respondeu ao pedido de entrevista.

Segundo as fontes, o Starquest buscará principalmente oportunidades de investimentos em empresas de private equity e tecnologia em estágio final, particularmente em setores que Pequim considera estrategicamente importantes, como a inteligência artificial.

A China tem impulsionado o crescimento em setores como robótica, semicondutores e veículos autônomos, ao mesmo tempo em que pretende ser líder global em inteligência artificial até 2030.

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