Fintech Investe em Arte Usando Estratégia de Fundos de Ações
Lançado pela Hurst Capital, veículo de investimento compra obras de artistas brasileiros com perfis de mercado e potenciais de valorização diversificados
Lançado pela Hurst Capital, veículo de investimento compra obras de artistas brasileiros com perfis de mercado e potenciais de valorização diversificados
Investimentos em precatórios judiciais, obras de arte e royalties de músicas e espetáculos atraíram agentes autônomos e popularizaram essas aplicações financeiras
Obras do figurativo Alfredo Volpi, da concretista Judith Lauand e de Abraham Palatnik foram popularizadas por meio da tecnologia
A fintech e a gestora de recursos, que possuem R$ 1,6 bilhão, montaram uma joint-venture para facilitar o acesso a essas aplicações
Operação estruturada pela fintech Hurst Capital captará recursos para atividades cinematográficas
Startups, royalties musicais, obras de arte e ETFs são alternativas sem correlação com os humores do mercado e da política