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C-Suite: Fernando Montovani é o novo diretor geral da Robert Half para América do Sul

Acompanhe também a movimentação de outros executivos C-Level na última quinzena

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DivulgaçãoFernando vai comandar as operações da Robert Half para América do Sul

O C-Suite desta quinzena traz movimentações de executivos em várias áreas, com destaque para o setor de saúde e farmácia. A Unimed Brasil anunciou Omar Abujamra Junior como novo presidente, enquanto a Central Nacional da Unimed elegeu Luiz Paulo Tostes Coimbra para o comando. 

Já a Janssen, subsidiária da Johnson & Johnson, passou a ser liderada por Bruno Costa Gabriel, novo vice-presidente para a América Latina do grupo. E a Vyttra Diagnósticos estará, a partir de agora, sob o comando de Rubens Freitas, que assumiu como CEO após adquirir uma participação acionária no grupo. Ao mesmo tempo, a ViBe Saúde reforçou o time executivo com a chegada de Jean Bueno, novo vice-presidente de liderança em marketing e growth, e de Cintia Sulzer, que assumiu a área de recursos humanos como vice-presidente de pessoas e performance. 

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Os últimos dias também foram movimentados na Petrobras com a saída de Roberto da Cunha Castello Branco do cargo de presidente. Depois de uma reunião do conselho de administração, o general Joaquim Silva e Luna – que atuou como ministro da Defesa entre 2018 e 2019 e foi diretor-geral da Itaipu Binacional, barragem hidroelétrica no rio Paraná, entre o Brasil e o Paraguai – assumiu a posição.

Nesta edição, o C-Suite conversou com Fernando Montovani, novo diretor geral para América do Sul da Robert Half, uma das maiores empresas de recrutamento especializado do mundo. Com mais de 20 anos de experiência no setor, o executivo vai comandar as operações no Chile e no Brasil.  Formado em engenharia metalúrgica pela USP, Montovani atua na companhia desde 2007.

Leia, a seguir, os planos do executivo para o comando da Robert Half:

Forbes: Como o recrutamento especializado pode ajudar as empresas a se destacarem no mercado atual?

Fernando Mantovani: O principal ponto é que todo processo de seleção bem realizado, tanto por meio de fonte interna, como área de RH, quanto por fonte externa, com a contratação de uma consultoria especializada, aumenta a probabilidade de recrutar talentos qualificados e aderentes às necessidades da empresa, afinal, verdadeiros talentos são o melhor diferencial competitivo para qualquer organização. 

F: Qual a importância de um serviço de recrutamento especializado durante um período como o que estamos vivendo, com distanciamento social, quando toda a relação entre colaboradores e líderes está sendo feita remotamente?

FM: Desde o início da pandemia, algumas áreas vêm em crescente demanda de funções. Com a necessidade de reinvenção das empresas, outras áreas também passaram a ser mais demandadas. Deste modo, o mercado de recrutamento e seleção se manteve aquecido ao longo de toda a pandemia. A evolução do trabalho remoto ainda contribuiu com a expansão das fronteiras geográficas, o que cria uma rede de talentos em potencial muito maior.

Com os processos seletivos precisando ser realizados de forma 100% virtual, a complexidade em torno dos desafios de recrutamento foi potencializada. Identificar as soft skills, que ganharam forte relevância nos últimos meses, através de uma chamada de vídeo é uma tarefa desafiadora, assim como a dificuldade de transmitir energia e brilho nos olhos em uma entrevista à distância. Em um período como o que vivemos, os custos de uma contratação errada são ainda maiores, por isso, um serviço de recrutamento especializado contribui para o acerto.  

F: Cada vez mais se fala sobre a inclusão e a integração de minorias no ambiente de trabalho. Como a Robert Half atua nesse sentido?

FM: Temos uma forte preocupação em buscar que todos os nossos processos atinjam a maior amplitude de divulgação possível e atuamos junto aos clientes de maneira consultiva, sempre enfatizando a relevância da diversidade e inclusão no mercado de trabalho. Desta forma, conseguimos atingir públicos mais diversos. Ainda, como empresa, a nossa política global de direitos humanos formaliza nosso compromisso de longa data em respeitar e defender os direitos humanos para todos. Também temos uma cultura inclusiva, respeitamos a diversidade, somos voluntários em ações filantrópicas, apoiamos causas de proteção ao meio ambiente e promovemos a equidade de gênero em todos os níveis hierárquicos.

F: O que você espera dos primeiros seis meses como diretor de operações para América do Sul?

FM: Mesmo com o cenário conturbado, a região apresentou um ótimo resultado no ano passado. Hoje, apesar das incertezas, há expectativa de retomada gradual da economia tanto no Brasil como no Chile, com projeções de alta do PIB em ambos os países. Em consonância com a perspectiva de melhora da pandemia, esperamos um forte crescimento de negócios na região e, consequentemente, uma forte demanda por parte de nossos clientes.

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Veja, abaixo, outras movimentações C-Level que ocorreram nos últimos 15 dias:


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