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Policiais em Búfalos de Marajó Patrulham a Cidade Perto da COP30

A Ilha de Marajó, do outro lado da baía de Belém, usa os animais como meio de transporte sustentável

2 min

Enquanto autoridades e ativistas se reúnem na cidade de Belém para as negociações climáticas da COP30 das Nações Unidas, a cidade de Soure, do outro lado da baía, na Ilha de Marajó, apresenta um modo incomum de transporte sustentável: búfalos.

Trazido da Ásia no século 19, o búfalo aquático se adaptou facilmente aos pântanos da ilha, e os animais agora circulam pelas ruas, sustentando a agricultura local e até mesmo fazendo parte da força policial.

Sua carne e seu leite são alimentos básicos da culinária e têm preços altos em todo o Brasil. Os búfalos se tornaram um símbolo da cultura local e da resiliência, definindo a identidade, a economia e o apelo turístico de Soure.

O rebanho de búfalos na Ilha de Marajó é o maior do Brasil e o segundo maior do mundo, com estimativas que variam entre 650 mil e 800 mil animais.

A maior parte está nos municípios de Soure, Chaves e Cachoeira do Arari. Eles estão representados em estátuas na rua, são usados para transporte, policiamento e na gastronomia, como o famoso filé mignon com queijo.

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