Laércio Cosentino, fundador da Totvs: “Estamos vivendo uma verdadeira guerra”

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O presidente do conselho da gigante de software fala sobre a crise: “O Brasil precisa criar novas rotas de prosperidade”

Laércio Cosentino viu muita coisa durante sua trajetória de quase 40 anos como empreendedor. Sua empresa de software, a Totvs, atravessou turbulências como a bolha da internet no começo dos anos 2000 e a crise do subprime em 2008, e mais recentemente, conseguiu reinventar seu modelo de negócio e encontrar novas fontes de receita.

Mas, desta vez, é diferente. O setor de tecnologia sempre foi mais resiliente a tempos desafiadores e segmentos como computação em nuvem e segurança continuam a crescer mesmo durante a pandemia. Porém, empresas do setor não são imunes aos efeitos da Covid-19, que afetará o investimento em TI em todos os setores produtivos, resultando em perdas de US$ 15 bilhões em 2020, segundo a empresa de pesquisa IDC.

Em entrevista a esta coluna, Cosentino disse ser impossível traçar paralelos entre o impacto causado pelo novo coronavírus e qualquer problema anterior: segundo o executivo, antes havia um “horizonte de saída”, algo que simplesmente não se aplica ao cenário atual.

“O momento não é de crise. Estamos vivendo uma verdadeira guerra, algo sem precedentes”, ressalta. “[Em situações anteriores] o problema estava localizado, havia previsibilidade, e o resto do mundo estava trabalhando.”

E continua: “O mundo enfrentou diversas crises continentais, regionais, setoriais ou específicas, mas nada tão impactante e que demandasse tanta infraestrutura em um curto espaço de tempo”, aponta o executivo, que no final de 2018 passou o comando da Totvs para Dennis Herszkowicz e se tornou chairman.

Apesar da atual conjuntura, aproximadamente um quarto do PIB nacional roda os sistemas da Totvs e a empresa segue firme na execução de seus planos em meio à pandemia. A companhia, que emitiu R$ 200 milhões em debêntures no fim de abril, salientou que mesmo tendo R$ 1,4 bilhão em caixa no final de março – o que é superior à dívida de R$ 1,08 bilhão – pretende manter sua posição de solidez e liquidez para balancear o desempenho no curto prazo e a manutenção de suas estratégias de médio e longo prazos, que seguem “fundamentalmente válidas”.

DIGITALIZAÇÃO NA PANDEMIA

Cosentino diz que a Totvs está trabalhando a todo o vapor desde o início da atual emergência, focando seus esforços no apoio a seus 40 mil clientes de 10 segmentos de mercado, que precisaram se digitalizar rapidamente ou incrementar arranjos existentes em áreas como computação em nuvem para lidar com a demanda exponencial, como é o caso das organizações do setor de saúde.

“O setor mais ativo e essencial para a sobrevivência do mundo hoje é o de saúde, mas tecnologia vem logo em seguida, pois garante os meios para que as vidas sejam protegidas: na hora de bater palma para os médicos, você tem também que aplaudir todos os que estão mantendo os sistemas e a comunicação dos hospitais”, ressalta.

Questionado se a Totvs está preparada para navegar a crise, Cosentino argumenta que é difícil estar pronto para uma situação de dimensões nunca antes imaginadas. Porém, a empresa colhe os frutos da sua própria transformação digital, que nos últimos quatro anos incluiu uma expansão para além do software de gestão tradicional com ofertas como crédito, bem como uma incursão no mundo de fintechs e uma transição do modelo de receita baseada em software on-premise para a nuvem.

Segundo Cosentino, os benefícios da ênfase em software baseado na nuvem são notáveis durante a crise: “A partir do momento que a barreira da propriedade, da licença de uso do software é vencida, o negócio torna-se mais leve, é possível incluir mais pessoas, mais empresas que pagam pelo produto conforme usam”, aponta.

O foco em transformação digital é parte do planejamento estratégico da Totvs, mas Cosentino diz que, no momento atual, a empresa tem buscado adaptar suas ofertas para responder às constantes mudanças nas demandas de clientes no atual cenário, como sistemas que precisam se adequar à novas medidas trabalhistas e fiscais do governo, por exemplo.

“Estamos trabalhando até mais, por conta da necessidade de novas versões e atualizações para todos os sistemas”, relata. Fazer com que clientes que estão operando remotamente acelerem suas migrações para a nuvem é outra frente de trabalho atual, assim como apoiar a adesão à ferramentas de e-commerce entre empresas que estão de portas fechadas por conta da pandemia.

ROTAS DE PROSPERIDADE

Ao falar sobre as mudanças no ambiente de negócios que espera para os próximos meses, Cosentino lembra de uma viagem que fez à China no final do ano passado, e ressalta que os desdobramentos da Covid-19 não são unicamente relacionados com as imperativas da transformação digital, mas também com o surgimento de um novo tipo de globalização.

“Ficou evidente que depender de uma única nação para a grande maioria dos insumos médicos hospitalares é uma aberração – talvez precisemos dar um passo atrás e pensar em novas rotas de prosperidade. Isso apresenta uma grande oportunidade para o Brasil”, argumenta.

No que diz respeito ao setor de tecnologia em particular, Cosentino diz que esse processo não acontecerá da noite para o dia. Segundo o fundador da Totvs, isso se deve ao fato de que a sociedade “desaprendeu a fazer muitas coisas” e centralizou a produção de diversos itens em regiões como a Ásia.

Isso tudo não impede a emergência do novo modelo previsto por Cosentino, onde empresas terão subsidiárias globais fazendo os mesmos produtos, o que criará uma cadeia global de distribuição mais equilibrada. Neste cenário, a tecnologia é o grande fio condutor: “Quando há uma distribuição mais uniforme, gera-se mais prosperidade e consumo, e certamente a tecnologia estará por trás de tudo isso”.

Esse mundo mais equânime é necessário para que a promessa de empoderamento e inclusão proposta pelas tecnologias digitais seja real para todos e que a sociedade evolua como um todo. “Vamos ter que re-dividir as oportunidades para que o mundo possa crescer com garantia constante de condições para todos participarem, e que não exista mais essa grande dependência que estamos vivendo.”

Cosentino, que também é presidente do conselho da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), crê que o governo não é o único responsável por investir na materialização desse futuro igualitário, competitivo, regionalizado e amparado por tecnologia, mas para atrair o capital privado, o Brasil precisa de uma visão: “Nos últimos anos, você vê muito mais um plano de poder do que um plano de país”, aponta, acrescentando que o governo precisa garantir pontos fundamentais como infraestrutura básica, condições de competição e um marco regulatório mais favorável. Citando novamente a China, Cosentino diz que o Brasil precisa criar as condições para operar no mundo pós-pandemia.

“[A China] quer ser a maior potência mundial em termos de tecnologias baseadas em dados, como inteligência artificial até 2030, a Coreia do Sul também tem um plano”, ressalta. “O Brasil pode competir, mas precisa ter a vontade política para tal e precisamos pensar e agir de forma holística, pragmática e apartidária. O momento atual é a oportunidade de pensar em que tipo de país queremos: o agro pode contribuir muito, mas se queremos empregos de alto valor agregado, teremos que passar por um processo para que isso aconteça”, observa.

Apesar dos desafios, Cosentino reforça a visão de outros líderes do mundo da tecnologia, e diz que o setor emergirá da crise mais fortalecido do que entrou. O executivo aposta em ideias como o Passaporte da Saúde, atualmente sendo desenvolvido pelo setor brasileiro de tecnologia para apoiar a retomada, e insiste que é necessário pensar no futuro depois do coronavírus.

“Existe vida pós-pandemia. O número de infectados e óbitos é uma realidade e isso não deve ser minimizado, mas devemos também olhar para a frente”, argumenta o executivo. “Precisamos dar continuidade para que não só o país, mas as pessoas, possam sair fortalecidas de tudo isso, pois a vida segue.”

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Larissa Motta e Luciana Guidi, cofundadoras da Amyi: personalização demanda informação

Startup de perfumes cria experiência olfativa para o consumidor brasileiro

A paixão dos brasileiros pela perfumaria é notória. O país é um dos campeões mundiais em consumo per capita de perfume. No segmento como um todo, que inclui produtos de saúde e beleza, o Brasil fica na quarta posição, com o segundo maior crescimento global entre 2014 e 2019: mais de US$ 10 milhões, atrás apenas da China.

“O brasileiro é um povo muito ligado ao cheiro. Vivemos num país onde a cultura do banho é muito forte. Há cidades do Nordeste onde as pessoas tomam até cinco por dia. E cada um deles envolve, pelo menos, um sabonete, um desodorante e um perfume”, diz a especialista em marketing Larissa Motta, que trabalhou ao lado de grandes perfumistas na Givaudan, uma das maiores casas de perfumaria do mundo, em Nova York, e liderou o desenvolvimento da categoria para a América Latina na Mary Kay.

De volta ao Brasil, Larissa começou a se sentir incomodada com a experiência – ou a falta dela – dos brasileiros no segmento. Apesar do alto consumo, segundo a especialista, somos um povo que entende pouco sobre o assunto e muito apegado às fórmulas importadas. “Eu também sentia falta de algo com mais inovação, maior fixação e novas notas olfativas”, diz.

Foi assim que, há menos de um ano, surgiu a Amyi, startup que pretende revolucionar a maneira como os brasileiros se relacionam com o perfume. Mas, antes do lançamento oficial ao mercado, Larissa e Luciana Guidi, administradora com especialização em marketing que se juntou à empreitada, dedicaram-se a criar, mais do que fragrâncias, uma jornada experimental.

A dupla contratou três perfumistas brasileiros integrantes de algumas das principais casas de fragrâncias do mundo – Sandra Casagrande, da japonesa Takasago, Cleber Bozzi, da Drom, e Samuel Moraes, da Citratus Symrise, ambas alemãs – para desenvolver nove versões de perfumes. Em seguida, criou uma plataforma online, com questionários baseados em programação neurolinguística, onde o consumidor registra sua experiência.

Na prática, o cliente recebe, em casa, miniaturas de 7 ml de cada uma das fragrâncias (quatro unissex e cinco femininas). A cada experimentação, ele responde ao questionário na plataforma, relacionando os cheiros a cores, memórias e sensações, e dá uma nota. “A orientação é experimentar três por dia”, explica Larissa. No final, um ranking mostra o que mais agradou e o consumidor recebe uma versão maior do produto, com 100 ml. “A plataforma também oferece vídeos e conteúdos sobre o tema para que as pessoas aperfeiçoem seus conhecimentos”, explica a empreendedora.

Desde novembro, a startup faturou cerca de R$ 120 mil, mas viu o movimento crescer nos últimos dias. Só na semana passada, a demanda foi cinco vezes maior do que o mês de fevereiro todo. O objetivo de Larissa, no entanto, vai além. O próximo passo é desenvolver algoritmos e utilizar a inteligência artificial para interpretar os dados armazenados e, num futuro próximo, entender as preferências dos consumidores e fazer correlações que sirvam de subsídio para a detecção de oportunidades e a consequente criação de novos produtos, inclusive para o mercado B2B.

“Essas informações são essenciais para personalizar cada vez mais a experiência. Não é possível criar um perfume exclusivo se você não conhece o consumidor ou se ele não entende do assunto”, diz. “Nosso negócio vai evoluir até chegar a um ponto em que cada pessoa terá tanto conhecimento sobre seu próprio gosto que será capaz de escolher os ingredientes para criar seu próprio perfume.”

Para isso, a empresa – que recebeu investimento anjo de R$ 440 mil em meados do ano passado – está iniciando as conversas para um novo aporte, no qual pretende captar R$ 1 milhão. “Os recursos serão usados em uma nova fase de produção, além de turbinar os investimentos em tecnologia e marketing.”

Em meados de abril, o eau de parfum Amyi VIII, criado pelo perfumista Samuel Moraes, foi indicado como finalista na categoria independente da sétima edição anual do prêmio Art and Olfaction Awards, colocando uma marca brasileira pela primeira vez no centro da premiação. A cerimônia para divulgação dos vencedores será no final de setembro, em Los Angeles, Califórnia.

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A polêmica do aplicativo de rastreamento para o enfrentamento à Covid-19

Hoje (5), o governo britânico começa a testar seu aplicativo de rastreamento de contato com a Covid-19 na Ilha de Wight. O aplicativo é um dos principais instrumentos da estratégia de saída do confinamento (lockdown) do país e será a maior implementação deste tipo de ferramenta no mundo.

O app tem o objetivo de rastrear rapidamente informações de pessoas que podem ter entrado em contato com o vírus, e reduzir o impacto de futuras ondas de alastramento da Covid-19. O funcionamento se dá através da conexão via Bluetooth de smartphones, e registra quando duas pessoas que tem o app instalado estiveram próximas por um certo período de tempo. Se um destes usuários reportar sintomas, todos os outros usuários que tiveram contato com esta pessoa recebem alertas e orientações de cuidado, incluindo avisos para se auto-isolar se necessário.

Trabalhadores do NHS, sistema público de saúde do país, serão os primeiros a testar a ferramenta, junto com funcionários públicos locais. O restante da população da Ilha de Wight, de cerca de 145 mil habitantes, poderá baixar o app a partir desta quinta-feira (7). Se o piloto tiver sucesso, o aplicativo estará disponível para todos os cidadãos do Reino Unido a partir da segunda quinzena deste mês e o governo planeja promover extensivamente os benefícios de ter o app instalado como forma de proteção individual, das comunidades e do serviço de saúde.

No entanto, o lançamento acontece em meio a controvérsias quanto a aspectos críticos de segurança digital e privacidade, apesar de o governo afirmar que o app foi desenvolvido com base nos princípios de “privacy by design”, ou seja, com proteção a dados pessoais entre seus fundamentos.

O projeto piloto da estratégia baseada em testar e rastrear a população começou a atrair críticas quando o aplicativo falhou em todos os quesitos que permitiriam sua inclusão na biblioteca de aplicativos do NHS. O comitê de direitos humanos do governo britânico alertou sobre os riscos relacionados aos planos de expandir a funcionalidade do app para registrar também a localização do usuário.

O NHSX, serviço de inovação digital do sistema de saúde pública do país, respondeu às críticas dizendo que a adesão ao app é voluntária, que só a primeira parte do CEP do cidadão é registrada e que consentimento do usuário será necessário para que a ferramenta tenha acesso à localização exata do usuário. Mas o NHSX também admitiu que “inevitavelmente, haverá consequências não-intencionais” em relação ao app, mas que se houver “uma forma melhor de fazer o que precisa ser feito, não hesitaremos em mudar”.

Outros países, como os Estados Unidos, também têm usado aplicativos de rastreamento para combater o alastramento da Covid-19, em alguns estados como North Dakota e Utah. O governo brasileiro atualmente estuda a possibilidade de adotar outros tipos de aplicativo, como o passaporte de imunidade, como o que está sendo desenvolvido pelo setor de tecnologia, se a teoria da imunização para a Covid-19 for comprovada cientificamente. Rastreamento de contato, no entanto, não está entre os planos por aqui. Oficiais do governo disseram a esta coluna que o Brasil considera este tipo de ferramenta “demasiadamente invasiva” para o cidadão.

LEIA MAIS: Exclusivo: “Passaporte” que sinaliza status de infecção do coronavírus avança para apoiar empresas na retomada

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A agência de marketing digital Raccoon está oferecendo mais de 2 mil horas de consultoria gratuita para ajudar pequenos empresários a venderem pela internet durante a pandemia. Na prática, a iniciativa contempla ações como criação de páginas no Facebook e Instagram, utilização do WhatsApp Business, postagens e divulgação dos produtos e serviços e estratégias de performance. Além disso, alguns dos especialistas vão oferecer dicas de estratégia de comunicação online e consultoria em relação a desafios específicos da transformação digital. É necessário efetuar a inscrição.

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A Jobecam, plataforma de empregos e entrevistas gravadas, promoverá, na quarta-feira (6), às 10h, uma nova edição do HRMove by Jobecam, debate online que vai discutir a jornada dos colaboradores e transformação digital. Estão confirmados no evento a chefe de operações da Jobecam, Thereza Bukow; a consultora de carreira e Top Voice LinkedIn Eliete Oliveira; a gerente de recursos humanos da Oracle, Milena Almeida; a fundadora e CEO da startup Vaipe, Adriana Barbosa; e a fundadora e CEO da Jobecam, Cammila Yochabell. As inscrições são gratuitas.

Na próxima quarta-feira (6), a empresa de marketing digital SEMrush vai promover um encontro online com especialistas em e-commerce para discutir estratégias de negócios no atual contexto de crise causada pela pandemia. As palestras online começam às 15h, com ideias, tendências, projeções e práticas recomendadas pelos especialistas. Logo depois, os participantes terão espaço para um networking virtual, seguido por painéis sobre as estratégias de tráfego dos 100 principais sites de comércio eletrônico do Brasil, pesquisa de palavras-chave e como elas podem ajudar no direcionamento de tráfego, pesquisa de concorrentes, linha direta com especialistas e análise de desempenho de sites. Entre os participantes, Riva Oliveira (Mercado Pago), Daria Mikhaylenkova (SEMrush), Fernando Oka (Digital House e 7ways) e Felipe Spina (Distrito). É necessário se inscrever.

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– A plataforma de entregas 99Food, que lançou no mês passado e opera em Belo Horizonte e Curitiba, está expandindo para as cidades de Varginha, São José dos Campos, Teresina, Goiânia, Santos, Salvador, Manaus, Fortaleza, Niterói, Jaboatão dos Guararapes, Canoas e Aracaju. Em Varginha, o serviço já está disponível para clientes, no mesmo aplicativo de solicitação de corridas, e consumidores das outras cidades poderão acessar a plataforma em breve. Restaurantes de todas as localidades podem se cadastrar. Em Curitiba, consumidores também podem comprar em farmácias;

– O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, em reunião realizada na última quinta-feira (30), a conversão de multa em sanção de obrigação de fazer, de modo a garantir a ampliação da rede de telecomunicações no país. Na prática, a decisão consiste na determinação para que o infrator adote determinadas condutas, como a realização de investimentos em infraestrutura, em benefício do serviço de telecomunicações ou do usuário desse serviço, de modo a inibir o cometimento de nova infração. O colegiado determina investimentos em regiões de baixa atratividade econômica e grande interesse social. Deverão ser instaladas estações rádio base, com tecnologia 4G, em 13 localidades de distritos não sede, distribuídos em todas as regiões brasileiras;

– A Lojas Renner e a Eretz.bio, incubadora de startups do Hospital Israelita Albert Einstein, lançaram a plataforma Inovação do Bem para conectar hospitais a produtores de itens de proteção individual e uniformes, com o objetivo de contribuir no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil. A plataforma pretende auxiliar instituições de saúde de todo o país na busca por parceiros no setor de confecção para suprir a alta demanda de equipamentos destinados aos profissionais que lutam contra a doença.

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