Loft completa dois anos com 3,5 mil imóveis à venda em São Paulo e Rio

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Mate Pencz, João Vianna e Florian Hagenbuch, cofundadores da Loft: 1,5 mil imóveis vendidos em dois anos

A Loft, plataforma de venda, reforma e aluguel de imóveis, está comemorando dois anos este mês e aproveitou a data para fazer um balanço das operações no período. A startup criada por Mate Pencz, Florian Hagenbuch e João Vianna está contabilizando 1,5 mil apartamentos negociados em São Paulo e no Rio de Janeiro, entre compras, permutas e vendas. Já o portfólio de imóveis à venda nas duas cidades acumula, atualmente, 3,5 mil unidades.

Na cidade maravilhosa, o número de bairros onde a empresa atua quintuplicou nos últimos seis meses, passando para 14. Em São Paulo, já são 128. O volume de colaboradores também tem crescido ao longo do tempo. Atualmente, a startup conta com mais de 21 mil corretores parceiros, 6,5 mil arquitetos e engenheiros cadastrados no site para a elaboração de projetos arquitetônicos executivos e execução de obras e gerou, durante a pandemia, 18 mil oportunidades de trabalho e renda diretos e indiretos na construção civil, entre operários e prestadores de serviço.

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“O processo de digitalização do mercado imobiliário ganhou velocidade na pandemia e veio para ficar. É uma espécie de legado da pandemia. Hoje, por meio da nossa plataforma, é possível comprar e vender um imóvel sem sair de casa, desde a visita virtual, passando pela negociação e chegando à assinatura da escritura. É prático e seguro”, diz Mate Pencz.

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A empresa, que tem capacidade para realizar até 600 reformas de maneira simultânea, também notou um aumento de 40% no volume de financiamentos de imóveis – consultoria oferecida para facilitar as operações – entre janeiro e junho na comparação com o mesmo período do ano passado, passando dos R$ 100 milhões nos 200 créditos concedidos – para uso em imóveis da empresa ou não –, apesar da pandemia. O movimento é resultado de uma série de fatores, mas principalmente das taxas de juros praticadas no país – a mínima histórica, o que torna os investimentos em caderneta de poupança e fundos pouco atrativos.

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