iStockfoi foi considerada entre os expatriados uma boa cidade em facilidade de se estabelecer
A InterNations divulgou hoje (26) o Expat City Ranking, sua lista anual de melhores e piores cidades para imigrantes. A empresa fundada em 2007 e a maior rede de networking de expatriados do mundo, oferece informações sobre pontos importantes a observar em uma mudança de país para facilitar a vida dos que se aventuram no exterior.
Os resultados saíram a partir das respostas de 15 mil pessoas de 173 nacionalidades que vivem em 181 países diferentes. Eles foram convidados a avaliar em uma escala de um a sete seu país anfitrião, em 25 indicadores divididos nas categorias de qualidade de vida; facilidade em se estabelecer; trabalho; finanças e habitação. No total, 66 cidades foram classificadas para a lista –para fazer parte do ranking são necessários ao menos 50 respondentes residentes na região.
São Paulo aparece no meio da tabela, em 39º lugar. A megalópole brasileira foi foi considerada entre os expatriados uma boa cidade em facilidade de se estabelecer, mas ruim quanto à qualidade de vida. Já a vizinha Argentina tem Buenos Aires entre um dos dez melhores locais para imigrantes.
Cinco das dez melhores cidades ficam na Península Ibérica, mas o grande destaque de 2020 é a Espanha: com quatro cidades no top 10, o país domina o ranking e se consagra como uma boa opção para quem quer fixar residência fora do seu país. Por outro lado, a Itália, que também faz parte da Europa Mediterrânea, é uma surpresa negativa nesta edição, com duas cidades entre as dez piores para expatriados.
Das cidades que se classificaram entre menos queridas, o grande problema enfrentado pelos expatriados é baixa qualidade de vida, mais especificamente do transporte público.
No quesito facilidade em se estabelecer, países de língua espanhola foram considerados os melhores, com seis cidades entre as dez melhores. Já os do leste asiático, norte da Europa e de língua alemã aparecem em maior quantidade no fim da tabela.
As cidades europeias, no geral, performaram bem na categoria trabalho, com dez cidades dominando o top 10 –os destaques negativos vão para Milão e Atenas, que ficaram entre as três últimas posições do quesito. Por outro lado, quando o assunto é finanças e habitação, todas as dez piores metrópoles estão situadas na região da Europa Ocidental.
Veja, na galeria de imagens a seguir, os dez melhores e dez piores países para expatriados:
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39º. São Paulo
País: Brasil
Qualidade de vida: 56ª posição
Facilidade em se estabelecer: 19ª posição
Trabalho: 40ª posição
Finanças e habitação: 31ª posição
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Piores cidades
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66º. Salmiya
País: Kuwait
Qualidade de vida: 66ª posição
Facilidade em se estabelecer: 66ª posição
Trabalho: 65ª posição
Finanças e habitação: 55ª posição
País: Território autônomo
Qualidade de vida: 45ª posição
Facilidade em se estabelecer: 40ª posição
Trabalho: 59ª posição
Finanças e habitação: 45ª posição
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Melhores cidade
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10º. Abu Dhabi
País: Emirados Árabes Unidos
Qualidade de vida: 33ª posição
Facilidade em se estabelecer: 17ª posição
Trabalho: 36ª posição
Finanças e habitação: 23ª posição
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9º. Madri
País: Espanha
Qualidade de vida: 6ª posição
Facilidade em se estabelecer: 13ª posição
Trabalho: 41ª posição
Finanças e habitação: 34ª posição