O concerto de abertura do Fórum Econômico Mundial 2026 contará com apresentação da bailarina brasileira Ingrid Silva às 14h desta segunda-feira (19), em Davos, na Suíça. Ao som de “Hallelujah”, interpretada ao vivo pelo músico norte-americano Jon Batiste, Ingrid levará ao palco uma coreografia original de sua própria autoria.
“Estar no palco de abertura do Fórum Econômico Mundial, a convite do próprio Jon Batiste, é um marco pessoal e coletivo. Vou dançar Hallelujah, em uma coreografia original minha, tocada e cantada pelo próprio Jon. Trabalhamos juntos no Goalkeepers, da Fundação Bill & Melinda Gates, e ver esse encontro chegar a um palco como Davos é muito simbólico”, afirma a brasileira, um dos destaques da lista Forbes Mulheres Mais Poderosas do Brasil em 2021.
Além de ser a primeira bailarina no posto principal do Dance Theatre of Harlem, em Nova York, onde atua há 17 anos, Ingrid possui um reconhecimento internacional por sua posição ativa em temas como educação, justiça social e cultura. Seu acompanhante de palco nesta segunda-feira (19) também carrega uma carreira de peso: Batiste é vencedor de múltiplos Grammys e do Oscar pela trilha sonora de Soul, animação da Pixar Animation Studios.
O concerto também conta com a participação do cantor nigeriano Fireboy DML, do renomado violinista francês Renaud Capuçon e da Orquestra de Câmara Mahler.
Arte Brasileira no Fórum Econômico Mundial
Há 56 anos, o Fórum Econômico Mundial reúne representantes de mais de 100 governos, líderes empresariais de alto perfil, executivos da mídia e figuras centrais dos campos de políticas públicas e negócios para debater sobre os rumos globais.
A presença de uma artista como Ingrid Silva no concerto de abertura reforça o papel da cultura como linguagem diplomática e projeta a arte brasileira em um dos espaços mais estratégicos do debate global.
“Na plateia estarão líderes globais discutindo os desafios do mundo e ajudando a escrever o futuro, e ocupar esse espaço com a minha dança mostra como a educação pode ser transformadora e como a arte também é uma ferramenta de diálogo e construção de novos imaginários”, reflete Ingrid.
Ingrid está acostumada a eventos deste porte. Além de ter discursado na ONU no Dia Internacional da Mulher em 2025, ela foi a responsável pela abertura do baile anual da Fundação Gates, o Goalkeepers 2025.