Notre Dame Intermédica tem salto no lucro do 2º tri para R$ 223,4 milhões

Notre Dame Intermédica teve lucro líquido de R$ 223,4 milhões no segundo trimestre

O grupo Notre Dame Intermédica teve lucro líquido de R$ 223,4 milhões no segundo trimestre, mais do que dobrando o resultado de um ano antes, de R$ 89,6 milhões, em período marcado por crescimento de receitas e margens, além da conclusão de algumas aquisições.

Em termos ajustado, o lucro líquido somou R$ 303,9 milhões, alta de 132,4% ano a ano.

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De abril a junho, a receita líquida consolidada totalizou R$ 2,6 bilhões, um aumento de 27,9% comparando com o mesmo período de 2019, em resultado ajudado pelo crescimento das linhas de negócio de planos de saúde e planos odontológicos.

“O isolamento social e a redução dos procedimentos eletivos incentivadas pelos principais meios de comunicação impactaram negativamente a receita oriunda de serviços hospitalares neste trimestre”, citou a companhia no material de divulgação do balanço na noite de ontem (6).

O resultado do trimestre passou a consolidar as receitas de Ecole, LabClin e Hospital do Coração de Balneário Camboriú, além das aquisições de São Lucas e Clinipam.

O grupo diz que atualmente conta com 24 hospitais, 87 centros clínicos, 23 prontos socorros autônomos, 14 centros de medicina preventiva, 68 pontos de coleta de análises clínicas, 12 unidades para exames de imagem e 2 Centros de Saúde exclusivamente dedicados aos idosos.

A Notre Dame Intermédica encerrou o primeiro semestre com 3,6 milhões de beneficiários em Saúde e 2,6 milhões de beneficiários em Dental.

No segundo trimestre, as despesas gerais e administrativas caixa cresceram 35,5%, para R$ 256,2 milhões, e as despesas comerciais subiram 30,7% para R$ 130,4 milhões.

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O resultado operacional medido pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado saltou 98,2%, para R$ 536,3 milhões, com margem Ebitda ajustada passando a 20,6%, de 13,3% um ano antes.

No final de junho, a dívida líquida totalizava R$ 27,2 milhões, já considerando os desembolsos para as aquisições de Ecole, LabClin e Hospital do Coração de Balneário Camboriú, bem como os investimentos na melhoria da Rede Própria, forte queda em relação ao final de março (R$ 142,4 milhões).

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