Ibovespa abre pregão em queda, acompanhando mercados globais

O Ibovespa abre a sexta-feira em queda hoje (25), acompanhando os principais mercados do mundo. Às 10h04, horário de Brasília, o índice recuava 0,11%, 97.011 pontos, enquanto o dólar comercial avançava 1,02%, a negociado a R$ 5,56.

No exterior, as bolsas europeias e os futuros de Wall Street trabalham com mais perdas, após uma semana marcada por alta volatilidade no mercado. Às 10h04, horário de Brasília, o FTSE 100 perdia 0,27%, enquanto o DAX recuava 1,48% e o CAC 40, de Paris, descia 1,34%. Em Nova York, o S&P 500 futuro perda 0,29%, enquanto o Dow Jones futuro recuava 0,45%.

A segunda onda de coronavírus na Europa, o distante acordo entre democratas e republicanos nos EUA para um novo pacote de estímulo fiscal, além da desigual e frágil recuperação econômica pesam sobre o sentimento dos investidores. No contexto local, o governo segue em diálogo para recriar a CPMF. O tributo é visto como uma alternativa para desoneração da folha de pagamentos.

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Na China, os principais índices acionários registraram a maior perda semanal desde meados de julho, uma vez que o ressurgimento dos casos de Covid-19 no mundo levanta preocupações sobre o ritmo da recuperação econômica.

Na semana, o CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, perdeu 3,5%, enquanto o SSEC recuou 3,6%, ambos registrando a maior queda semanal desde a semana encerrada em 17 de julho. Na sessão de hoje, o índice CSI300 fez uma leve correção, subindo 0,15%.
O índice de start-ups ChiNext ganhou 0,2% nesta sexta-feira, enquanto o STAR50 recuou 2,2%. Eles perderam 2,1% e 2,8% na semana, respectivamente.

Pedido de seguro-desemprego

No Brasil, os pedidos de seguro-desemprego de trabalhadores com carteira assinada seguem em queda. Nos 15 primeiros dias do mês, o total de pedidos recuou 9,3% em relação ao mesmo período do ano passado.Os dados foram divulgados ontem (24) pela Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia.

Desde o início de junho, o indicador está em queda, mas apesar do recuo, os pedidos de seguro-desemprego continuam em alta no acumulado do ano, somando 5.203.736, de 2 janeiro a 15 de setembro de 2020. O total representa aumento de 6,7% em relação ao acumulado no mesmo período do ano passado, que foi de 4.876.556.

(Com Reuters e Agência Brasil)

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