Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm alta inesperada

Joe Raedle Equipa/GettyImages
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Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 870 mil na semana encerrada em 19 de setembro

O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou inesperadamente na semana passada, sustentando a visão de que a recuperação econômica da Covid-19 está perdendo força em meio à diminuição do financiamento do governo.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 870 mil na semana encerrada em 19 de setembro, segundo dados ajustados sazonalmente, contra 866 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho hoje (24).

Os números pressionam Wall Street nesta manhã. O Dow Jones Industrial Average caía 0,18% na abertura, enquanto o S&P 500 recuava 0,33% e o Nasdaq Composite perdia 0,77%.

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Economistas consultados pela Reuters esperavam 840 mil pedidos na semana passada.

Os pedidos estão acima do pico de 665 mil durante a recessão de 2007-09, mas caíram ante o recorde de 6,867 milhões no fim de março. Embora a reabertura de empresas em maio tenha impulsionado a atividade, a demanda no setor de serviços permanece fraca.

Os cortes de empregos também chegaram a setores como os serviços financeiros e tecnologia, que não foram inicialmente impactados pelo lockdown em meados de março.

Os recursos do governo destinados a ajudar empresas praticamente acabou. Dezenas de milhares de trabalhadores do setor aéreo podem enfrentar demissões ou dispensas no próximo mês a menos que a Casa Branca e o Congresso concedam novo pacote de resgate. (Com Reuters)

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