Fintech transforma músicas do Paulo Ricardo em recebíveis de propriedade intelectual

A música "Olhar 43" acumula mais de 20 milhões de plays apenas no Spotify. O artista possui 276 mil ouvintes mensais na plataforma.

Redação
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A música “Olhar 43” acumula mais de 20 milhões de plays apenas no Spotify. O artista possui 276 mil ouvintes mensais na plataforma

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A fintech de investimento Hurst Capital deu início a oferta de recebíveis de royalties musicais das obras do cantor e compositor Paulo Ricardo. Com a parceria, sucessos como “Rádio Pirata”, “Olhar 43”, “A Cruz e a Espada” e “Vida Real” podem gerar rendimentos aos investidores sempre que forem tocadas. Segundo a fintech, apenas a música “Olhar 43” acumula mais de 20 milhões de plays no Spotify. O artista possui 276 mil ouvintes mensais na plataforma.

Ao todo, o acordo envolve uma carteira composta por 590 obras e fonogramas com uma rentabilidade estimada de 12,62% ao ano no cenário base (líquido de taxas e bruto de impostos) com um múltiplo de aproximadamente 1,48x e prazo de 78 meses, informou a fintech em comunicado à imprensa. O aporte mínimo é de R$ 10 mil.

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Os valores de royalties de performance são pagos aos autores e compositores toda vez que a música é tocada em público, incluindo os serviços de streaming. As receitas são geradas também via vendas físicas de CD; execuções públicas como em academias, shows e estações de rádio; licenças de sincronização, necessária para usar a música em comerciais, filmes, novelas e games.

“Com a expertise da Hurst consigo gerar fluxo de caixa para alavancar ainda mais a carreira, aumentar os ganhos dos direitos autorais e poder planejar e executar o lançamento do novo CD e da turnê que estrearemos em 2021. Assim ganhamos eu, os fãs e os acionistas. Uma “win-win situation””, afirma o cantor.

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De acordo com a tese de investimento da fintech, o aumento no consumo de música por serviços de streaming impulsionou a decisão de incluir o produto em sua prateleira de investimentos. O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), que faz a gestão do sistema de proteção e remuneração dos autores/artistas, distribuiu em 2019 um total de R$ 986,5 milhões para 383 mil artistas e outros titulares.

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